Após mais de 70 anos, uma exumação pode ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da história: trata-se da reabertura do caso do “Homem de Somerton”. Tudo começou em 1º de dezembro de 1948, quando o corpo sem vida de um homem não identificado foi encontrado na praia de mesmo nome, em Adelaide, na Austrália. Uma das poucas pistas para determinar a identidade do falecido, era um papel com a inscrição “Tamam Shud” (“Está Terminado”, em persa), encontrado em um compartimento secreto disfarçado em um de seus bolsos.

O mistério do Homem de Somerton

O homem tinha entre 40 e 45 anos e foi encontrado bem vestido. Mas, ao examinar suas roupas, os investigadores notaram que todas as etiquetas haviam sido removidas. Após a realização da autópsia, foi impossível determinar a causa da sua morte na época. Mas, logo surgiu a hipótese de que ele teria sido envenenado por alguma substância tóxica indetectável (os exames apontaram que ele tinha o baço extremamente dilatado e sangramento interno no fígado e estômago).

Em janeiro de 1949, surgiu a primeira pista: uma mala que estava abandonada em um guarda-volumes da Estação Ferroviária de Adelaide desde a véspera do corpo ter sido encontrado. Em seu interior estavam roupas (cujas etiquetas também haviam sido removidas) e ferramentas.

Quatro meses depois, ao examinar novamente o corpo, um patologista encontrou no bolso da calça do homem um papel com a enigmática frase “Tamam Shud”. O fragmento havia sido recortado de uma cópia do livro Rubaiyat, do filósofo, poeta e astrônomo persa Omar Khayyam (1048 – 1131).

Foi quando a polícia apelou ao público para encontrar o livro de onde a frase havia sido recortada. Após alguns dias, um comerciante anônimo entregou o livro às autoridades. Em suas páginas havia mais duas pistas: uma sequência de letras (possivelmente um código) e alguns números de telefone.

Um dos números de telefone era de uma enfermeira chamada Jessica Thomson, que negou conhecer o homem misterioso, mas confirmou que já havia tido uma cópia do Rubaiyat, de Omar Khayyam. Durante o interrogatório, os policiais mostraram a ela uma máscara mortuária da vítima. Segundo eles, Jessica se comportou de modo estranho quando viu o rosto do homem.

Há alguns anos, Derek Abbott, um investigador casado com Rachel Egan, neta de Jessica, afirmou que teria solucionado uma parte do caso. Segundo ele, Jessica e o morto eram amantes, e ela teria dado à luz um filho fruto dessa união, chamado Robin (pai de Rachel). Tanto Jessica quanto Robin já morreram, mas a comparação do DNA de Rachel com o do Homem de Somerton (cujo corpo deve ser exumado em breve) pode ser o ponto de partida para finalmente desvendar esse mistério. Com informações de ABC / Imagens: Domínio Público.

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