Samuel da Silva foi achado decapitado após ser levado de casa por conhecido em Rio Branco — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

A Justiça do Acre aceitou a denúncia do Ministério Público contra três acusados de assassinar o jovem Samuel Conceição da Silva, de 18 anos. O crime foi no último dia 2 de março, no Ramal da Zezé, no bairro Belo Jardim, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

Agora réus, os irmãos Walisson Campos de Almeida e Paulo Ricardo de Almeida Martins e o outro acusado Rodrigo Dantas de Mendonça, que seria o mandante do crime, vão responder pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, corrupção de menores e também por integrar organização criminosa.

A decisão foi da juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Luana Campos, que deu um prazo de 10 dias para que os réus respondam às acusações por meio de advogado.

A vítima foi achada decapitada no último dia 3 de março, após ser levada de casa por um conhecido no dia anterior. Segundo o delegado que investiga o caso, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Ricardo Casas, dois dos presos pelo crime moravam no mesmo bairro que a vítima e cresceram juntos.

Conforme a denúncia do Ministério Público, a vítima foi levada de casa na noite do dia 2 por um conhecido, por volta das 21 horas. O rapaz, que teria levado Silva, disse que queria conversar com ele. Depois disso, a vítima não voltou mais. Na manhã do dia seguinte, o corpo foi achado no mesmo ramal de onde ele foi levado.

Prisões

A polícia identificou quatro suspeitos de participação no crime, sendo os três maiores de idade e um adolescente.

Wallyson Campos de Almeida, de 18 anos, foi preso no mesmo dia em que o corpo da vítima foi encontrado. Ele confessou ter matado Silva. De acordo com a polícia, ele era amigo de infância da vítima e tinham crescido juntos no mesmo bairro. Ele seria um dos executores do crime.

Um adolescente que também teria participação no crime foi ouvido pela polícia e confessou, mas como tinha passado o período de flagrante, ainda não foi apreendido. E outro foi preso no dia 16 de março no mesmo bairro onde o corpo da vítima foi achado. Na época a polícia não divulgou o nome dele.

Motivação

Ao ser preso em flagrante, Almeida confirmou a participação na morte de Silva e disse que a motivação foi porque a vítima tinha trocado de facção criminosa, ou seja, tinha “traído a facção”.

“Ao que tudo indica, esse crime foi em decorrência da guerra entre facções. Segundo ele [suspeito], mas, a gente ainda não confirmou essa versão, a vítima era da mesma facção que ele, mas saiu e foi para outra facção, foi morar em outro município e depois voltou para o bairro onde ainda é dominado pela facção rival. Por isso, ele foi julgado pelo chamado tribunal do crime e executado”, informou o delegado.

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