Sem dúvidas, a população está morrendo e sobrevivendo no pior momento da pandemia – Arte: Alemão Monteiro/3 de Julho Notícias

Capital do Acre, Rio Branco está há uma semana com mais de 90% de ocupação de leitos clínicos e 100% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com covid-19.

Diante deste cenário lúgubre, a prefeitura de Rio Branco se comporta como se vivesse em outra realidade.

A julgar pela ausência de medidas de reorientação da rede municipal de saúde, talvez o prefeito Tião Bocalom e o seu secretário de saúde, Frank Lima, avaliem que está tudo bem.

A atitude de ambos é de negação da realidade e acarreta consequências graves.

Cadê as Unidades de Referência da Atenção Primária (URAPs), sob a gestão do prefeito Tião Bocalom?

As URAPs pouco ou nada ajudam nos esforços do governador Gladson Cameli na luta contra a covid.

Em plena pandemia, as URAPs sequer trabalham em finais de semana, em que pese agora o colapso assistencial de Rio Branco.

Parte do atendimento poderia ser prestado pela prefeitura de Rio Branco, evitando a sobrecarga do INTO, a unidade de referência para atendimento de pacientes com covid-19 de pessoas dos municípios do Alto e do Baixo Acre.

Casos de pouca urgência, por exemplo, poderiam ter atendimento preferencial nas unidades de atenção básica gerenciadas pelo prefeito Bocalom.

Governado Gladson Cameli – Fotos: Diego Lourenço Gurgel

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Veja o Vídeo Abaixo: A deputada federal Perpétua Almeida usou a tribuna da Câmara dos deputados para fazer um desabafo sobre a situação em que se encontra a saúde não só do Estado do Acre, como também em todo o Brasil. A parlamentar frisou a respeito das vacinas contra a Covid-19 e questionou quantas vidas poderia ter sido salvas se houvesse um plano de vacinação eficaz.

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Veja o Vídeo Abaixo: “Já são cerca de 6 pessoas beneficiadas, com toda proteção da máquina do Estado. Enquanto as famílias do Brasil ficam sem auxílio, sem emprego e sem vacina, os beneficiários do Bolso Família já contam com: rachadinhas do salário de funcionários fantasma, 89 mil parcelados na conta da esposa, milhões em dinheiro vivo não declarado, dezenas de imóveis suspeitos e mansão própria de seis milhões de reais”, diz a narração.

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