Assessoria – Um diferencial na nova legislatura de Cruzeiro do Sul, trata-se da união entre os parlamentares que trabalham em bloco, dando uma demonstração de força e reivindicam melhorias em diversas áreas da administração pública.

Na maternidade de Cruzeiro do Sul, os vereadores reuniram com os diretores e representantes do governo, para levantar questionamentos referentes a fila de cirurgias e cobraram melhoria no serviço de ambulatório.

Os parlamentares relataram o sofrimento de quem aguarda na fila por procedimentos que foram agendados e que não tem data para acontecer. Veja como os presentes se manifestaram e a resposta da direção da Unidade.

– Mais de 300 pessoas agendadas

Gilmar da Saúde: Diálogo para nos apoderarmos de informações. Para-choque da população.

Encaminhamento de demandas com relação a saúde da mulher, dificuldades que as mulheres tem nesse sentido de ter acesso a saúde. Situações ambulatoriais são dificultosas.

Exames são inacessíveis.

Encontrar um caminho nessa carência.

Muitos gestores colocam a culpa no covid.

As outras doenças matam.

Para controlar são 10 anos, (mentira)

Visita para dialogar e estreitar os laços, se conhecerem, os parlamentares, etc.

O pontapé inicial é essa conversa.

Somar forças nessa causa.

Mulheres que passa 30 dias sangrando e está trazendo uma desordem. Cruzeiro do Sul está sendo enganando porque não há atendimento à criança, a enfermaria nunca funcionou. A única saída é o Hospital da Mulher, e não há atendimento suficiente.

Encaminhamento da Situação

Atendimento no que tange a Miomba, sisto, sangramentos precisam ser melhorados.

Objetivo da Câmara e de todos é ter saúde.

20 de março completa 1 ano de decreto legislativo de pandemia (calamidade sanitária)

Universalidade do SUS tem que prevalecer em Cruzeiro do Sul (Peixada jamais)

Ajuda de regional tem segurado as coisas

Elton: falta de autonomia, viemos conversar, o que pode ser resolvido no diálogo não há confronto, respeitamos o trabalho da equipe. Sistema de saúde de czs é melhor que o de Rio Branco com base nas limitações. Tá pecando um pouco e precisamos ver como podemos ajudar. Somos o primeiro parachoque. (Ajudar e manter isso no mandato)

Betão: São criadas leis burocráticas que agem como barreiras para pessoas simples e até mesmos para os gestores. Tudo tem que ser regionalizado, diminuição da burocracia. Assembleias, falar com deputados, o que for possível. Dar uma resposta à população. Se não tiver plano de saúde, ferrou. Somar forças e encontrar uma solução para essas situações.

Noeca: Ambos são cobrados, todos dão o máximo. Somos todos cidadãos e só precisamos ouvir o que está faltando e fazer o devido encaminhamento.

Marcio da Farinha: A UPA só tem 1 médico, é um absurdo. Governo não está investindo o suficiente na saúde. Precisamos mostrar a realidade a população. Nem um pouco a favor de Gladson.

Zaldo: quantas cirurgias tinham antes da pandemia?

E depois?

Ir a rio branco e chamar os deputados.

Parlamento Mirim

Reunião com o Governador

Quando vir a público toda essa precariedade, algo será feito. Mutirão, etc…

Ofícios não estão fazendo efeito.

Marcio tirou 3 fotos e todos os parlamentares reclamaram.

Vamos divulgar a desgraça para ver se algo é feito.

Parlamento Mirim leva todas as demandas.

1 só governador não pode saber de tudo, precisamos mostrar tudo isso.

Pessoas internadas precisando de cirurgia.

Veja o que disseram administradores do Hospital disseram

Rafael: Parabéns aos vereadores e por esta ação. Administrativamente falando a Maternidade esta precária. A alguns anos não havia cirurgias eletivas.  Cnpj d Mulher e da Criança, mas ainda não é da Criança. As cirurgias não podem ser feitas porque não tem UTI adulta, apenas uma neonatal. Precisamos implementar serviços. O Governador disse que iria tomar as providências. 3 Pediatras em Cruzeiro do Sul com contrato. Hoje vem profissionais de Rio Branco, ginecologistas e obstetras também. Durante 4 meses foram 92 cirurgias eletivas. Todo dia existe uma visita programada de cirurgia eletiva. Com a pandemia as cirurgias foram canceladas. Em outubro retomaram, mas em Pouca quantidade.

As cirurgias precisam de cuidado, a Maternidade ao longo dos anos vem abraçando uma causa que não pode ser assumida com assiduidade, transformaram a enfermaria de 10 leitos no local pós cirurgia da mulher. Mas agora o local é reservado para mulheres com covid. 7 leitos para covid.

Janeiro e Fevereiro lotados.

No início da Pandemia

52 técnicos de enfermagem demitidos (aposentados, óbitos e contratos irregulares)

2012 a 2018 apenas 26 técnicos respostos

2020 mais 9 repostos

13 Técnicos afastados

60% servidores acima de 40 anos

Todos os técnicos precisam cumprir seus plantões.

Há um sobrecarga do sistema. É preciso parar de perder servidores, ganhar profissionais.

O RH. Por mês 10 a 12 médicos vêm.

Os postos de saúde pararam e o direcionamento foi para a Maternidade

Atendimento 800 a 1000

400 partos por mês

90% das grávidas 10% recebem assistência pós-parto

Levam a culpa, mas existe um processo até ocorrerem problemas como óbitos, etc…

Buscando uma melhor condição para os servidores principalmente financeira.

O primeiro ponto é o RH para melhorar o serviço de assistência.

A escala não está fechada

É preciso:

Técnicos

Fisioterapeuta

Pediatra

A Maternidade cumpre 10 anos. Há 9 anos funcionava sem um poço.  7 a 8 anos no Brasilit.  Hoje zinco.

A Maternidade depende 100% de Rio Branco.

A regionalização seria a melhor opção

Equipe de manutenção.

Conseguir materiais básicos( elétrico, hidráulico)

Pacientes e servidores que são burros

Materiais de baixa durabilidade

Mandam documentos para alinhar os fluxos. O Hospital deveria abraçar as gestantes também pois é de campanha e recebe recursos diretos.

Não está na jurisdição deles fazer essas indicações.

15 em 15 dias vem material básico

Empresa terceirizada responsável pela limpeza

Hoje é preciso implementar o RH e aumentar os insumos (compressa cirúrgica)

240 partos por mês, 50 partos cesarianos.

Parto humanizado.

Necessidade de criar um novo bloco pelas demandas da pandemia e as outras doenças.

36 pessoas afastadas ano passado, 12 voltaram porque precisam do Extra..

Maior dificuldade hoje em todos os municípios e prédios é o RH (assistência).

As vezes tem mais médicos, mas as remunerações são muito baixas.

O sistema está sendo espremido.

Mesmo quarto tinham mais 2 mulheres de Feijó e a outra foi pra rio branco e gastou 9 a 10 mil reais.

Se houvesse um lugar particular aqui para essas cirurgias haveria um monopólio e altos preços seriam cobrados.

Vem pessoas do Amazonas, ipixuna e outros municípios vizinhos.

Médicos de lá não regulam e a UTI fica lotada

Os donos das pastas principais precisam estar em Cruzeiro do Sul

Anestesista só tem 2 na cidade.

Empresa é responsável por mandar anestesistas

É preciso dar continuidade a esse trabalho.

Gilmar: O relógio não está parado. Não é tempo de pensar e sim de fazer. Ano que vem é ano parado por conta de eleição. Gladson não deu a resposta necessária e agora é a hora de fazer algo.

Chico Gatão: Ficou parado realmente, ninguém reclamava. Quando se iniciou, acreditaram que tinha solução, mas veio a pandemia e agora a situação é a mesma em muitos lugares. Passei por alguns estados. Ninguém quer trabalhar aqui.

20 mil para a frente o salário do médico.

Ação do Ministério Público os médicos não podiam ter mais de 1 contrato. Isso fez com que os médicos saíssem e fossem embora.

200 mil pessoas regional

15% dos partos são de pessoas do Guajará

O costume de não ter fez com que, após ter, as pessoas quererem cada vez mais.

2 anestesistas para 60 plantões.

Fernando Gerente de Assistência:

Problema da cirurgia é 1 de vários

Reforma de 2 anos em 2011 e foi considerado Maternidade

Todos os ginecologistas foram lotados na Maternidade

Obstétrica foi instalada aqui.

Os casos ginecológicos todos foram para Maternidade.

A Pediatria parou no Juruá e também foi para a Maternidade

Mas na Maternidade não atende as crianças, não tem estrutura para isso. A ruptura do fluxo no Hospital do Juruá fez com que esse atendimento fosse direcionado para a Maternidade.

16 mulheres por dia buscando cirurgia eletiva.

Médicos trabalhando contra o sistema para ajudar os pacientes.

Principal urgência: obstetra

Cruzeiro do Sul é o único município do ACRE autorizado a compra de vacinas

O Governo tem vontade de mudar essa situação, é sensível a essa situação. Buscar um meio termo que tenha equilíbrio entre a população e o governo. Uma ação entre o executivo e o legislativo pode ser efetivo!

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