O deputado que é médico infectologista, relembrou que no Estado do Acre, os três primeiros casos da doença confirmados completou um ano nesta quarta. Nesse mesmo dia, faz um ano que o governador Gladson Cameli publicou o primeiro decreto de emergência sanitária. “Para recordar esse momento que estamos vivendo, hoje completa um ano que o Acre registrou os três primeiros casos de covid-19. Nessa mesma data o governador publicou o primeiro decreto de emergência sanitária. E se nós formos observar e avaliar, a vida aqui no Acre em relação a pandemia só pirou, nos últimos tempos”, recordou.

Para o deputado, que é infectologista, a piora tem explicação. ” A explicação tem raiz. O agravamento é devido a abordagem e o olhar do modo de enfrentamento à pandemia. Que desde o início, não só no Estado do Acre, mas também no Brasil, tem sido inadequado, impróprio para o enfrentamento de uma doença infectocontagiosa, de transmissão, sobretudo, respiratória”, afirma o deputado.

“Deveríamos fazer uma abordagem no sentido de fazer o cerco epidemiológico , utilizar as metodologias adequadas do enfrentamento da doença, mas foram negadas , foram tidas como medidas inapropriadas. Medidas polítizadas. Mas hoje, as linhas da história demonstram que a situação do povo brasileiro e do povo acreano em relação à pandemia só piorou”, afirma.

Segundo o deputado, devido o negacionismo e a falta de política séria, o número de casos aumentaram e no número de óbitos também. “A circulação do vírus devido o seu aceleramento fez com que surgisse novas serpas do vírus. Isso tudo é devido o enfrentamento inadequado”, pontua.

Um ano depois do primeiro caso, o Acre ultrapassou a soma 63 mil pessoas infectadas. Os número foram mostrado num gráfico exposto pelo deputado aos colegas e às pessoas que acompanham a sessão pelas plataformas digitais.

O deputado concluiu sua fala afirmado que ” sem medidas preventivas sérias, seguirá faltando UTIs e aumentando mortes no Acre”.

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