A estupidez do mito matou pelo menos 25,7 mil bolsonaristas – Foto: ABR | Alex Pazuello/Semcom

O jornalista Ascânio Seleme, em coluna no jornal O Globo, nesta quarta-feira, 3, afirmou que “[Jair] Bolsonaro pode ser tão perigoso quanto o coronavírus”. Segundo ele, “a imprensa errou” ao não afirmar que “Bolsonaro é o vírus”, que o coronavírus “era muito sofisticado” para ele, e quando “imaginou que no máximo ele conseguiria ser uma bacteriazinha qualquer, dada suas reconhecidas limitações”.

Para Seleme, “observando com cuidado as ações do presidente durante a pandemia, deve-se considerar a hipótese de Bolsonaro ser tão perigoso quanto o coronavírus”. “Alguns poucos cálculos simples ajudam a comprovar esta tese”, ressaltou.

Negacionismo de Bolsonaro matou milhares no Brasil

Após estabelecer o cálculo baseado em pesquisa Datafolha sobre o apoio ao presidente, o jornalista afirmou que a ação negacionista de Bolsonaro é responsável pela morte de pelo menos 10% dos óbitos registrados pela pandemia da Covid-19 no Brasil – cerca de 257 mil quando foi escrita a matéria. Ou seja, ele seria responsável pela morte de 25,7 mil.

“Estes, deliberadamente não usaram máscaras. Fizeram propaganda da cloroquina, se aglomeraram e morreram porque foram tão ignorantes quanto o seu líder. A estupidez do mito matou pelo menos 25,7 mil bolsonaristas, ou 70 a cada dia”, argumentou. 

Porém, ele destacou que o número de mortes causadas por Bolsonaro é ainda maior, “já que os cegos contaminaram e mataram outras pessoas nos ônibus, nas ruas, nas praias, nos restaurantes, nas escolas e nas suas próprias casas”. 

“Portanto, não há o que discutir, Bolsonaro é mesmo um vírus violento e letal”, concluiu.

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