Mais de 20 idosos que vivem em abrigo de Rio Branco são diagnosticados com Covid-19 – Foto: Google Street View

Após um grupo de 23 idosos do Lar Vicentino, em Rio Branco, testar positivo para Covid-19, o Ministério Público do Acre (MP-AC) informou, nesta terça-feira (2) que acompanha o caso e pediu que os abrigados tivessem os testes refeitos. O Comitê Técnico Estadual de Investigação de Eventos Adversos Pós-Vacinação contra a Covid-19 do Acre também acompanha o caso. Com Informações do G1 Acre

No último sábado (28), 23 idosos, dos 54 que vivem no Lar Vicentino, foram diagnosticados com Covid-19. A informação foi confirmada pela diretoria do abrigo, em nota, divulgada no domingo (28). A principal suspeita é que um cuidador possa ter contaminado o grupo. A Secretaria de Saúde Municipal (Semsa) está investigando o caso. Dois idosos morreram.

Nesta terça, o promotor Júlio César de Medeiros, da Promotoria de Defesa do Idoso, disse que as primeiras medidas foram adotadas e que deve ser instaurada uma investigação para apurar o caso. O promotor explicou que o primeiro passo foi adotar as medidas preventivas, e agora deve confirmar os dois óbitos que foram registrados e, posteriormente, a investigação.

“A gente está acompanhando desde que foi lançada a nota. A primeira providência que tomamos foi de tomar as medidas preventivas que a foi a questão do isolamento, posteriormente entramos em contado com a vigilância para fazer a desinfecção do local, que foi realizada e outra providência foi requisitar a realização de teste RT-PCR em todos estes idosos que foram divulgados como positivos”, afirmou.

Comitê também acompanha

O médico Osvaldo Leal, coordenador do Comitê, disse que foi criado o Comitê Técnico Estadual de Investigação de Eventos Adversos Pós-Vacinação contra Covid-19 do Acre, e que uma reunião ocorreu ainda na segunda (1) para discutir e analisar casos relatados de associação da vacinação contra a Covid a quadros de infecção pelo vírus em instituição de longa permanência para idosos.

“O comitê foi criado há um mês com representação ampla da sociedade, envolvendo vários setores da saúde, MP e é um comitê que tem objetivo específico de fazer o monitoramento e acompanhamento e avaliação dos efeitos adversos pós vacina. Então, mostra mais um cuidado que se tem tido com essa pandemia e trazer tranquilidade para essa população que precisa. Imagine a gente ter um grupo de pessoas focadas especificamente na identificação de efeitos adversos e também na análise dessas situações? O comitê se reuniu na tarde de segunda e fez análise desse caso. O comitê está atento, está analisando todos esses efeitos”, garantiu o coordenador.

Em abril do ano passado, o abrigo registrou a morte de um dos idoso, Andre Avelino, de 82 anos, que foi o terceiro óbito por Covid-19 registrado no estado. No dia 20 de janeiro deste ano, os idosos começaram a ser imunizados com a primeira dose da vacina contra a doença. Segundo a direção, eles tomaram a segunda dose há nove dias.

A coordenadora do Núcleo do Programa Nacional de Imunização (PNI), Renata Quilles, reforçou que a vacina precisa de um tempo para poder garantir a imunização da pessoa que tomou as duas doses e que em idosos o prazo pode ser maior.

“A gente entende que a vacina da Covid em um organismo sadio leva em média de 10 a 14 dias para fazer a soro conversão, para reagir e o que nós percebemos é que esse período foi de oito dias. Então, não havia tempo de a vacina fazer o efeito, alcançar o potencial máximo de proteção”, explicou.

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