“Gabinete do ódio”, integrado por pessoas ligadas a Carlos Bolsonaro, filho do presidente, tinha mais poder no Palácio do Planalto – Foto: STF

O trio de assessores de Jair Bolsonaro é formado pelo chefe do gabinete pessoal, Célio Faria Júnior, pelo subchefe de Assuntos Jurídicos, Pedro Sousa, e pelo secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Vicente Santini, está causando desconforto em ministros do governo, o que pode dificultar ainda mais as articulações políticas em um contexto de pandemia, economia parada e falta de investimentos públicos. 

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, os assessores mais próximos de Bolsonaro são acusados de usar a influência gerada pelo acesso direto e diário a ele para dificultar políticas públicas com as quais discordam e desgastar ministros e auxiliares.

Um dos auxiliares afirmou sentir saudade do tempo em que o “gabinete do ódio”, integrado por pessoas ligadas a Carlos Bolsonaro, filho do presidente, tinha mais poder no Palácio do Planalto.

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