Bocalom terá que se explicar aos vereadores, onde a gestão falhou no socorro aos atingidos pela chuva. Foto: G1 Acre

É visível o descontentamento dos parlamentares, que afirmam ter recebido reclamações a todo momento, de pessoas denunciando a negligência da administração municipal, que demorou a executar ações de socorro às vítimas das enchentes.

A defesa civil não conseguiu chegar nos principais bairros afetados pela cheia do Igarapé São Francisco, que desalojou centenas de famílias em 20 bairros da capital Rio Branco.

Sem comando, as ações foram sendo conduzidas pela vice-prefeita Marfisa Glavão, depois que o prefeito viajou para Brasília, onde afirmou que está buscando recursos para conter os estragos. Pela ausência de uma semana diante do caos na cidade, Bocalom vem recebendo inúmeras críticas e aumentando o índice de reclamações contra sua postura e rejeição contra sua péssima administração.

Passados quase uma semana muitas famílias ainda não receberam assistência social da prefeitura, nem água potável estava chegando nas comunidades, que ficaram submersas e sem água do DEPASA.

Informações dão conta de que o Bocalom chega de Brasília na sexta-feira (11), certamente trará novidades depois de uma estadia tão demorada na capital federal.

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Veja o Vídeo: Hospitais do Acre entraram para a lista dos hospitais com 100% de sua capacidade ocupada e sofrem drasticamente devido a grande quantidade de casos graves de pacientes com covid-19. De acordo com informações, 100% dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul, Instituto de Traumatologia do Acre (INTO) e Hospital de urgência e Emergência de Rio Branco (Pronto Socorro) estão todos ocupados.

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Veja o Vídeo: O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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