O Senador Márcio Bittar (MDB) que pouco visita o Acre em seu mandato que caiu de paraquedas, é o quinto parlamentar do Brasil que mais gastaram dinheiro público no ano de 2020.

Como se não bastasse gastar tanto dinheiro público, Márcio Bittar que pouco fez pelo estado que lhe elegeu, inclusive sua fortuna está localizada fora do Acre, o que aparenta ser um forasteiro, precisa explicar esses gastos com justificativas bastante convincentes.

É necessário afirmar que a pandemia fez com que o Congresso Nacional adotasse medidas específicas de cuidados uma delas foi a votações a distância desde março, o que consequentemente resultou na diminuição de gastos.

Afinal, muitos deputados e senadores deixaram de viajar para Brasília e circularam menos em veículos, resultando na queda significativa dos gastos com cota parlamentar. Em 2019, foram desembolsados R$ 233 milhões. Já em 2020, até o começo de dezembro, foram R$ 149 milhões, uma queda de aproximadamente 40%.

Cada congressista tem uma cota de no máximo R$ 45 mil (o valor varia por estado) para gastar todo mês com atividades relacionadas ao mandato – aluguel de carros, passagens aéreas, hospedagem e outros.

Clique aqui e e veja a lista completa dos gastões no senado

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Veja o Vídeo: Hospitais do Acre entraram para a lista dos hospitais com 100% de sua capacidade ocupada e sofrem drasticamente devido a grande quantidade de casos graves de pacientes com covid-19. De acordo com informações, 100% dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul, Instituto de Traumatologia do Acre (INTO) e Hospital de urgência e Emergência de Rio Branco (Pronto Socorro) estão todos ocupados.

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Veja o Vídeo: O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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