Rio Acre ultrapassa cota de alerta em Rio Branco e está com 13,67 metros nesta terça (9) — Foto: Paula Alcântara

Com as chuvas, o nível do Rio Acre ultrapassou a cota de alerta em Rio Branco. Na medição das 6 horas desta terça-feira (9), o manancial marcou 13,67 metros, e com isso está 17 centímetros acima da cota de alerta, que é de 13,50 m. Por G1 Acre. Do G1 Acre.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Cláudio Falcão, informou que as águas do rio ainda não atingiram casas ou estabelecimentos, mas que o órgão está em alerta e com o plano de contingência preparado para atuar em caso de necessidade.

Nas últimas 24 horas choveu 9,8 milímetros. E nos nove primeiros dias de fevereiro já foram registrados 153,2 milímetros de chuva, o que representa mais de 50% do esperado para todo o mês, que é de 292 milímetros.

Enxurrada

A forte chuva que atingiu a capital acreana entre quinta (4) e sexta (5) causou o transbordamento de pelo menos quatro igarapés na capital. Com a rápida subida das águas, várias casas, lojas, comércios e outros estabelecimentos foram atingidos. A Defesa Civil Municipal calcula que 40 bairros foram atingidos pelas águas.

Ainda segundo o coordenador da Defesa Civil, a situação ainda é a mesma, nesta terça. E, apesar de ter havido uma pequena vazante no final de semana, o nível dos igarapés voltou a subir nas últimas horas.

Por isso, agora já são 15 famílias abrigadas na Escola Álvaro Rocha e na Igreja Renascer, na região do bairro Conquista. Falcão informou que ainda estão atualizando o número de famílias desalojadas, ou seja, aquelas que foram atingidas pelas águas e precisaram ser levadas para casas de parentes.

Ele afirmou ainda que nesta terça deve aumentar a quantidade de pessoas famílias levadas para abrigos e, por isso, uma outra escola já está sendo preparada para receber essas pessoas.

“Nesse momento temos outros chamados de famílias também que serão removidas para casas de parente. Então, esses números vão ser atualizados ainda. Possivelmente nós vamos precisar ativar um terceiro abrigo agora pela manhã, porque ontem à tarde nós levamos mais famílias para a escola. O nível dos igarapés voltou a subir, especialmente o Igarapé Batista, agora de manhã e é por isso que a gente sempre alerta as famílias que não há indicação da Defesa Civil de retorno para as casas”, disse Falcão.

Planejamento de desobstrução

Para tentar resolver o problema de alagamento dos igarapés, o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco informou que já existe um planejamento. No entanto, é preciso esperar o período de chuvas passar e a previsão é que o trabalho comece a ser feito no mês de abril.

A ideia é fazer a desobstrução dos igarapés e assim evitar que voltem a transbordar e causar todos os transtornos aos moradores que vivem nessas regiões.

Entulho recolhido

Em dois dias, entre sábado (6) e domingo (7), a Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade (SMZC) recolheu 57 toneladas de entulhos que ficaram represados em bairros atingidos pela cheia dos igarapés em Rio Branco. Foram 19 carradas de entulhos retiradas de sete bairros. As ações de limpeza continuam.

O secretário responsável pela pasta, Joabe Lira Queiroz, diz que foram entregues 300 kits de limpeza às famílias que retornaram para suas casas.

Nas últimas 24 horas choveu 9,8 milímetros – Foto: Paula Alcântara

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Veja o Vídeo: O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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