Em reunião com o governador Gladson Cameli, a presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Waldirene Cordeiro, e a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo, reconheceram o empenho do governo do Estado no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, sobretudo na aquisição da vacina para imunizar a população.

Na oportunidade, o apoio institucional e união de esforços em prol de ações para combater o avanço da doença foram firmados pelo TJAC e MPAC. A desembargadora Waldirene Cordeiro elogiou a postura adotada pelo governo acreano e lembrou que a causa também é do Judiciário.

“O Executivo está se esforçando para trazer um volume de vacinas e o Judiciário está dando mais força para que isso aconteça. Não queremos que o Acre passe pela mesma situação do Amazonas e Rondônia, nossos estados vizinhos”, pontuou a presidente do Tribunal de Justiça.

Já a procuradora-geral do MPAC lembrou que as peculiaridades geográficas da Amazônia precisam ser levadas em consideração pela União quanto à distribuição da vacina. Katia Rejane enfatizou que o difícil acesso em muitas localidades foge da realidade vivenciada em outras regiões do país.

“Além da primeira variante ter sido registrada no Amazonas, a região amazônica possui um número muito grande de casos. Temos muitos argumentos para buscar uma ajuda maior e o olhar diferenciado do governo federal para a nossa região, já que a tendência é que essa nova variante se espalhe”, explicou.

Outra medida adotada pelo Ministério Público é o acompanhamento da vacinação no Acre. O órgão tem cobrado das prefeituras municipais cronogramas e listas das pessoas vacinadas. O principal objetivo das medidas é garantir celeridade e coibir a prática de “fura-fila”.

A reunião contou ainda com a participação do procurador-geral do Estado, João Paulo Setti; e do desembargador Luís Camolez.

Gladson Cameli agradece parceria institucional e reafirma compromisso em salvar vidas

Defensor da união entre as instituições em benefício da população acreana, o governador Gladson Cameli agradeceu o apoio recebido e destacou os relevantes serviços prestados pelo Tribunal de Justiça e Ministério Público Estadual.

“Desde o início da pandemia, temos contado com o apoio, orientação e respaldo do Ministério Público, Poder Judiciário e demais instituições. Sozinho, o governo não conseguiria jamais vencer essa guerra contra o coronavírus. Gostaria de dizer muito obrigado e que preciso dessa parceria para virarmos a página. Com muito trabalho, determinação e fé em Deus, vamos conseguir”, ressaltou.

Incansável na busca pela vacina contra a Covid-19, o gestor segue priorizando salvar vidas. Em todas as frentes possíveis, Gladson Cameli tem buscado negociar a aquisição de vacinas aprovadas em caráter emergencial.

“Não podemos brincar com a vida das pessoas, por isso, não aceito a politização em torno da vacina. Como vivemos em um Estado Democrático de Direito, tenho procurado todos na esperança de conseguirmos as doses necessárias para imunizarmos o nosso povo. Enquanto esse objetivo não for alcançado, seguiremos trabalhando firmes até conseguirmos que todos sejam vacinados”, declarou.

O Acre já recebeu 51.060 doses. Nesta segunda-feira, 8, mais 6,4 mil vacinas chegam ao estado. Responsável pela distribuição do imunizante, o governo tem feito um intenso esforço logístico para que as doses cheguem aos municípios no menor tempo possível. A execução do plano de vacinação e envio das informações ao Ministério da Saúde sobre a quantidade de imunizados são de responsabilidade das prefeituras.

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Veja o Vídeo: Hospitais do Acre entraram para a lista dos hospitais com 100% de sua capacidade ocupada e sofrem drasticamente devido a grande quantidade de casos graves de pacientes com covid-19. De acordo com informações, 100% dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul, Instituto de Traumatologia do Acre (INTO) e Hospital de urgência e Emergência de Rio Branco (Pronto Socorro) estão todos ocupados.

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Veja o Vídeo: O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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