A deputada Perpétua Almeida (PCdoB), levou ajuda aos moradores do Edson Cadaxo, circulou em diversos bairros da capital e acompanhou o sofrimento do povo atingido pelas fortes chuvas.

“Circulei por áreas alagadas nos bairros da Paz, Conquista, Vila Ivonete, Edson Cadaxo e São Francisco, na nossa capital Rio Branco. Preciso dizer ao governador Gladson Cameli e ao prefeito Tião Bocalom: não vi nenhum de seus secretários nessas regiões. Também não encontrei ninguém da Defesa Civil. É possível que estejam circulando na cidade, trabalhando, ajudando o povo que está desabrigado? Sim, é possível. Mas, em todos esses lugares, dezenas de famílias que acampam em praças, casas de parentes e amigos me reclamaram que não tiveram até agora apoio de ninguém, do governo do Estado ou da Prefeitura”, disse Perpétua.

A deputada se disse impressionada ao ver as pessoas perdendo tudo que tinham, pois não conseguiram ter o socorro a atempo de salvar seus pertences.

“Peguei barcos de moradores e fui bairro adentro visitar as casas. A situação é desoladora. Muitas famílias perderam tudo o que tinham. Fiz e faço a minha parte, ajudo no que posso, mas não consigo substituir o trabalho do prefeito da cidade e nem do governador. Entendem o porquê não posso desistir de lutar para retomar o auxílio emergencial? As famílias precisam desse dinheiro e não podem ser abandonadas na hora que mais precisam, com o desemprego em alta, a água, a energia, o gás e a cesta básica mais caros. Tem a Covid matando gente, a situação de emergência com a dengue e, agora, a alagação que levou o pouco que as famílias têm”, finalizou a deputada.

No final da tarde deste sábado, o governador Gladson Cameli retornou para Rio Branco e se colocou a disposição do prefeito Bocalom, afirmando que fará o possível para ajudar amenizar os transtornos de centenas de famílias atingidas pela chuva.

Veja o Vídeo: 

E veja também no 3 de Julho Notícias:

Veja o Vídeo Abaixo: Um adolescente de apenas 11 anos foi resgatada acorrentado em um barril pela Polícia Militar, os militares foram surpreendidos com uma cena deplorável, tratava-se do garotinho acorrentado sem água e sem comida, apresentando subnutrição e desidratação. A polícia apurou que o garoto era mantido naquela situação há pelo menos 7 anos, quando foi adotado pela família. 

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