Quando o governador Gladson Cameli (PP) se juntou a então prefeita Socorro Neri (PSB) e ambos fizeram um trabalho fundamental no início da Pandemia, os que reclamaram perceberam depois o quanto foi fundamental para evitar um caos na capital Rio Branco. Passada a eleição e com a nova administração Tião Bocalom e Marfisa, pouco se escuta deles a palavra Pandemia do COVID-19.

Até agora, o novo prefeito só esteve ao lado publicamente de Gladson Cameli, para receber as vacinas aqui no Acre, hora, toda imprensa mostrando o momento mágico e claro, aplausos da sociedade.

Ao assumir o comando da maior cidade do Acre, Bocalon não deveria se esconder da missão de liderar a guerra contra o Coronavirus como vem fazendo. Evitar e na TV ou em sites falar do plano de combate a Pandemia chega a ser negligência. Nesse momento em que o Acre volta a ficar em estado de alerta pela onda crescente de casos, todos os demais prefeitos de cidades do estado se manifestam, apresentam planos etc.., em Rio Branco o prefeito é um silêncio só.

O Governador Gladson Cameli reclassificou o Acre inteiro na Bandeira Vermelha, essa fase traz desgastes, mas se faz necessário para ajudar a conter os aglomerados de pessoas e diminuir a proliferação do vírus. Bares, academias, Igrejas, Lojas e todo comércio não essencial deverão ficar fechado pelo período de 15 dias.

Sem auxílio emergencial as pessoas são obrigadas a se arriscarem e tentar buscar o pão para suas famílias, o decreto de fechamento sofre resistência.

Bocalom dar as mãos ao governador Gladson Cameli e juntos trabalharem esse enfretamento na Capital. Buscar alternativas com a bancada federal, dialogar com o parlamento, municipal e estadual a cerca de alguma alternativa que amenize a crise e fazer campanha de conscientização das pessoas, mostrando o quanto é importante todos nessa guerra sanitária.

Bocalon se apegou a Dengue, outra doença que também vem atormentando os acreanos e já até decretou estado de emergência nesta terça-feira.

É uma medida necessária sim, mas foi em que se apegou para tirar os quartos fora como se diz no popular.  Gladson assume todos os ônus e bônus do enfrentamento a COVID-19 no Acre e recebe críticas inclusive de aliados como senador Márcio Bittar (MDB). Já outros que se pelam com medo da opinião pública preferem o silêncio profundo, só abrem a boca quando é para gritar por cargos.

Somente no período entre 3 e 21 de janeiro, foram registrados 1.494 casos notificados de dengue. O que representa um aumento de 481% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram registrados 257 casos suspeitos.

Para tentar conter o avanço dos casos na capital acreana, Bocalom afirmou que servidores da Secretaria de Saúde Municipal e da Sesacre já iniciaram o processo de borrifação em toda cidade utilizando inseticida que ajuda no combate ao mosquito Aedes Aegypti.

E veja também no 3 de Julho Notícias:

Veja o Vídeo: O prefeito da segunda maior cidade do Acre, Zequinha Lima, se pronunciou sobre o decreto com medidas mais rigorosas. O governador do Estado decretou o fechamento do comércio, igrejas, academias e outros. Segundo o Decreto 5.496, durante a Bandeira Vermelha estarão autorizados a funcionar estabelecimentos como supermercados, mercantis e congêneres; farmácias; clínicas médicas, psicológicas, odontológicas e veterinárias; espaços de fisioterapia; laboratórios; óticas; oficinas mecânicas no geral; bancos; hotéis; funerárias; postos de combustíveis; lojas de materiais de construção; indústria em geral com atendimento ao público mediante agendamento; além empresas de alimentos, medicamentos, águas, gás, produtos de limpeza, higiene e de EPIs.

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