A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) retomou os trabalhos nesta segunda-feira (1), ainda de forma remota, com a primeira sessão do ano de 2021. Na ocasião, o deputado Pedro Longo saudou os demais parlamentares e defendeu a união entre os poderes.

Participaram do momento o governador Gladson Cameli – que leu sua mensagem -, a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC), Kátia Rejane, a representante da Defensoria Pública, Simone Santiago, o desembargador do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), Júnior Alberto, e o juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Marcelo Carvalho.

“Quero agradecer a presença das autoridades neste momento de retorno das atividades legislativas. É muito importante registrar a união desses poderes em prol do interesse público. Isso é algo que diferencia o nosso Acre das demais unidades da federação, quando na maioria das vezes o conflito predomina. Que possamos encontrar bons caminhos nessa nossa luta pelo diálogo e pela democracia”, defendeu.

O deputado também fez questão de agradecer o governador Gladson Cameli pela forma como tem conduzido a parceria entre o executivo e o legislativo, garantindo à população, principalmente neste momento de pandemia, os recursos necessários para o combate ao coronavírus e de incentivo à transparência.

“Quero também, especialmente, registrar a atitude honrosa do governador Gladson Cameli de vir até esta casa e ler a sua mensagem, mostrando o respeito que tem pelo parlamento e pela população do Acre, apresentando o que foi feito até aqui no combate a este vírus que tem mobilizado todo o mundo”, finalizou.

Ao final, Pedro Longo disse que tem todo o seu esforço concentrado nas necessidades do povo acreano.

“Neste primeiro semestre, de forma mais incisiva, precisamos nos concentrar no que garante o bem estar, a saúde, a segurança e os direitos do nosso povo”, concluiu.

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Veja o Vídeo Abaixo: Um adolescente de apenas 11 anos foi resgatada acorrentado em um barril pela Polícia Militar, os militares foram surpreendidos com uma cena deplorável, tratava-se do garotinho acorrentado sem água e sem comida, apresentando subnutrição e desidratação. A polícia apurou que o garoto era mantido naquela situação há pelo menos 7 anos, quando foi adotado pela família. 

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