Nem precisou os trabalhadores da Educação do Estado cobrarem a presença do governador Gladson Cameli no manifesto que realizavam na frente ao Palácio Rio Branco nesta segunda-feira, 1º. Ao chegar para cumprir as agendas e perceber o movimento, Gladson foi ao encontro dos manifestantes, ratificando o respeito que tem demonstrado pela categoria.

Rosana Nascimento, presidente do Sinteac, e Alcilene Gurgel, presidente do Sindicato dos Professores da Rede Pública do Estado (Sinproac) foram recebidas pelo governador, que estava acompanhado pelo secretário de Educação, Mauro Sérgio Cruz, e pelo procurador-geral do Estado, João Paulo Setti.

As sindicalistas apresentaram a pauta que vem sendo debatida com a equipe de governo desde o ano passado: equiparação salarial para o pessoal de apoio e abono salarial para os professores.

“Nossa categoria sempre foi recebida pelo governo, disso a gente não pode se queixar, mas precisamos avançar na negociação. Sabemos do esforço que o governador vem fazendo para manter as contas em dia, porém temos que brigar pelos direitos da nossa classe”, disse Rosana.

O governador reconheceu que os trabalhadores da Educação merecem e precisam de um incremento salarial, mas afirma que tudo será debatido com muita responsabilidade. Pediu a compreensão de todos neste momento delicado em que a pandemia avança no estado e garantiu que no próximo dia 10, data anteriormente marcada para que o Estado apresente uma contraproposta, a equipe do governo vai colocar na mesa tudo o que tem para ofertar neste momento.

“Nossa equipe está estudando as propostas e vamos responder dentro das condições que nos forem permitidas. Peço a compreensão dos trabalhadores da Educação, que sempre tiveram o meu respeito, para que entendam o momento crítico que estamos atravessando”, disse o governador.

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Veja o Vídeo Abaixo: Um adolescente de apenas 11 anos foi resgatada acorrentado em um barril pela Polícia Militar, os militares foram surpreendidos com uma cena deplorável, tratava-se do garotinho acorrentado sem água e sem comida, apresentando subnutrição e desidratação. A polícia apurou que o garoto era mantido naquela situação há pelo menos 7 anos, quando foi adotado pela família. 

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