Raimundo Nonato Alves Pamplona, de 54 anos, tirou uma foto durante a viagem antes de se sumir no Rio Acre — Foto: Arquivo da família

O autônomo Raimundo Nonato Alves Pamplona, de 54 anos, está desaparecido desde a manhã de segunda-feira (18) quando mergulhou no Rio Acre para tentar desprender a embarcação em que estava. O barco ficou preso em galhos de árvores quando seguia para o Seringal Novo Andirá, zona rural de Porto Acre, no interior do estado.

Pamplona estava no barco com um grupo de mais de 15 pessoas. Eles participariam da festa de São Sebastião, que ocorre anualmente no seringal entre os dias 18 e 20 de janeiro.

A caminho da festividade, galhos de árvores dentro do rio se enrolaram no leme e o barco ficou preso. O autônomo, então, mergulhou para retirar os galhos e soltar a embarcação, mas teria se afogado.

Ao G1, o irmão de Pamplona, Jean Alves, explicou que o autônomo participa da festividade anualmente. O barco saiu do bairro Base, em Rio Branco, em direção ao interior, como faz todo ano. Segundo ele, o irmão estava embriagado quando iniciou a viagem.

“Chegando entre o Panorama e o Quixadá, a quilha do motor enganchou em uns paus e o leme não funcionava. Ele bêbado, foi descer para tirar os paus e se afogou. Ninguém o viu. A família quer uma resposta, falei tudo para a polícia. É um grupo antigo do [Seringal] Andirá, que é um local muito famoso”, lamentou.

O Corpo de Bombeiros do Acre informou que enviou uma equipe de mergulhadores para o local para iniciar os trabalhos de buscas.

Alves contou que foi com uma equipe da Polícia Civil no local para investigar as causas do acidente. A família recebeu uma foto do autônomo dentro do barco durante a viagem com uma garrafa de bebida alcóolica ao lado. A imagem foi postada em um grupo de amigos.

“Todos os anos eles fazem essa viagem. No dia da saída já estava embriagado e o cara irresponsável mandou ele descer. O rio estava cheio”, criticou.

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Por Aline Nascimento, G1 Acre