Servidores terceirizados da Saúde de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, fecharam a Ponte da União na manhã desta quinta-feira (14) em protesto pela falta de pagamento de salários. 

São cerca de 300 servidores entre médicos, técnicos, enfermeiros e o pessoal de apoio estão no grupo. Após o fim do contrato, os trabalhadores assinaram a rescisão, mas não receberem o pagamento dos meses de novembro e dezembro e nem o décimo terceiro salário.

Para cobrar os valores, um grupo usou pedaços de madeira e galhos de árvores para fechar a entrada da ponte. A técnica de enfermagem Meire Vale disse que não pôde comprar presentes de Natal para os filhos e está morando na casa da sogra para sobreviver.

“Fizemos uma reunião e o prefeito ficou de receber a gente na segunda [18], às 17 horas, para dar uma decisão. O que queremos é uma resposta, porque somos todos pais de família e estamos precisando. Teve um colega que foi preso por atraso de pensão. É uma situação complicada, não queremos prejudicar ninguém, queremos o que é nosso. Não tivemos privilégio de fazer ceia de Natal sem dinheiro, estava fazendo nossa casa, minha madeira está debaixo d’água e não tenho dinheiro para contratar um caminhão para tirar”, lamentou.

A assessoria de comunicação da prefeitura de Cruzeiro do Sul informou que a empresa foi contratada pela gestão anterior e que os responsáveis não acertaram com os trabalhadores o pagamento das rescisões.

O atual prefeito da cidade, Zequinha Lima, solicitou as notas de pagamento para confirmar os acertos. Uma equipe do gestor foi ao local conversar com uma comissão de trabalhadores que estavam no protesto e explicou que o problema vai ser tratado judicialmente. A comissão dos servidores vai se reunir com o prefeito Zequinha na segunda-feira (18) para uma nova conversa.

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Veja o Vídeo Abaixo: Nas últimas 12 horas, o estado do Amazonas tem enfrentado momentos de grande terror, considerado por muitos como “dia semelhante ao fim do mundo”, isso porque o desespero foi tão grande que tomou conta tanto dos profissionais da saúde como também dos familiares de pacientes acometidos pela covid-19. Diante do grande número de casos considerados graves da doença ao mesmo tempo, o sistema de saúde do estado colapsou, resultando na falta de oxigênio nos hospitais de Manaus e consequentemente no óbito de muitos pacientes por asfixia. 

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