Fizemos um levantamento detalhado e trabalhamos para mostrar quem foram os 5 piores prefeitos dos últimos quatro anos, alguns desses foram inclusive derrotados nas urnas, quando tentavam se reeleger.

Avaliamos pontos fundamentais, como pagamento em dia, melhoria da infraestrutura urbana e rural, cuidado com a saúde e educação e por último melhoria e modernização da estrutura administrativa.

1º Lugar: Marilete Vitorino (PSD) Tarauacá

Marilete Vitorino (PSD) assumiu uma gestão boa do seu anterior, mas não deu continuidade em praticamente nada. Sem planejamento foi ticando tudo no improviso, deixando a cidade com título de cidade dos buracos.

Marilete tinha insatisfação de quase todos os servidores, da saúde a educação e chegou a atrasar pagamentos de provisórios e em determinado período da sua administração cogitou renunciar ao mandato, mas resolveu voltar atrás e terminar aos trancos e barrancos.

A gestão de Marilete foi tão ruim que a mesma não conseguiu apoio de aliados para disputar a reeleição, nem mesmo do seu partido PSD, pois sabiam que ali já era.

2º Lugar: prefeito ZUM – (PSDB) Assis Brasil

Antonio Barbosa (Zum que faz parte da sigla PSDB) foi uma das apostas mais decepcionantes dos moradores de Assis Brasil, pois tinha uma expectativa de fazer um trabalho que fizesse o povo esquecer a trágica gestão do anterior Betinho, também do PSDB.

Sem planejamento, nem equipe qualificada, o prefeito Tucano começou e concluir agora dia 31 um mandato de muitas trapalhadas.

A política de pagar em dia nunca funcionou, a cidade que é uma das menores do Alto Acre, tinha as ruas esburacadas e sem manutenção, o retrato do abandono. Além da administração pública retratar incompetência a ponto de ser multado pelo TCE por conta da lei da transparência.

Na fronteira com e Peru, Assis Brasil perdeu mais uma chance de se desenvolver e aquecer a economia, pois é corredor de saída e entrada do Brasil, mas Zum, assim como Betinho, não teve essa visão e por isso foi vergonhosamente derrotado na eleição desse ano.

3º Lugar: prefeito Tião Flores – (PP) – Epitaciolândia

Na Fronteira com a Bolívia, a cidade de Epitaciolândia assistiu a vizinha Brasileia avançar, enquanto administração de Tião Flores termina seu mandato com resultados vergonhosos.

Tião era da FPA, trocou o PSB pelo PP e se encantou na perspectiva de fazer convênios com estado e alavancar sua administração.

A troca de partido não lhes rendeu investimentos e a ineficiência de Flores foi vista pela população, que sequer viam os trabalhos básicos da administração municipal.

A cidade não foi cuidada, os ramais ficaram esquecido e os servidores não foram valorizados. Por essa atuação, Tião Flores entra no pódio como 3º pior prefeito do Acre.

4º Lugar: prefeito Gedeon Barros – (PSDB) Placido de Castro

O prefeito Gedeon Barros (PSDB), iniciou sua administração em alta popular. Pagava em dia, cuidava de ramais e tinha trânsito com o governo do estado e apoio de parte da bancada federal. Nos dois últimos anos de seu mandato, quando deveria alavancar foi quando desandou.

Os ramais do município foram abandonados, a cidade deixou de ser cuidada e o Distrito de Vila Campina parecia terra arrasada.

O lixo se espalhava pela Rua e produtores se quisessem escoar sua produção tiveram que construir pontes e arrumar os trechos críticos por conta própria. A prova da ineficiência veio nas eleições deste ano, onde Gedeon foi derrotado nas urnas.

5º Lugar: prefeito Ederaldo Caetano – (PP) Acrelândia

Completando o pódio entra o prefeito de Acrelândia Ederaldo Caetano (PP), que fez uma administração meia boca, em uma cidade que teoricamente é fácil de administrar.

Acrelândia é um dos centros produtores referência no estado e tem uma bacia leiteira grande, produção de frutas e outras produções que abastecem o estado.

Caetano foi desorganizado, não tinha planejamento para ramais, nem modernizou a gestão.

A cidade estagnou, pouco foi feito na infraestrutura e não valorizou os servidores. Por conta dessas falhas, foi derrotado na eleição deste ano e deixa administração para o vencedor, Olavinho.

Podemos nessa matéria enumerar outros gestores que foram uma decepção em suas cidades, mas estes mencionados foram os mais decepcionantes, aqueles que não deixarão saudade e boas referências na história.