Ele mesmo já disse não querer o imunizante. “Não vou tomar a vacina e ponto final”, declarou durante esta semana. 

Ao fazer a previsão, que é uma maneira de continuar em campanha contra a imunização da população, ele desperta o temor em autoridades de que assim o Brasil não alcance a   imunidade coletiva. 

Para a microbiologista Natália Pasternak, este cenário não permite que o vírus pare de circular, embora ajude a reduzir hospitalizações e mortes, informa o Painel da Folha de S.Paulo.