Segundo o planejamento do chefe da Saúde, no primeiro mês de 2021, o Brasil receberá 500 mil doses da Pfizer/BioNTech; 9 milhões de doses da Coronovac, produzida pelo Instituto Butantan; e 15 milhões da Oxford/Astrazeneca.

“A data exata é o mês de janeiro. Pode ser 18 de janeiro, 20 de janeiro. Mas só se pudermos compreender que o processo é que vai nos dar data e nos dar novo desenho. Isso tudo dependendo do registro da Anvisa, que é o que nos garante segurança e eficácia”, defendeu.