Assessoria – O governo do Estado, por meio do Instituto de Pesos e Medidas do Acre (Ipem), realiza nesta quarta-feira, 9, a operação Boas Festas, em estabelecimentos comerciais da capital. O plano é garantir a venda de produtos e serviços com preços compatíveis ao peso, qualidade e segurança expostos no mercado, de acordo com as Normas e Regulamentos Técnicos Metrológicos delegadas pelo Inmetro.

A operação é realizada todos os anos, principalmente em épocas festivas ou datas comemorativas, em que o fluxo de vendas aumenta significativamente.

“Essa operação tem como objetivo resguardar o consumidor de qualquer tipo de fraude ou venda de produto irregular. Saber se de fato o que o cliente está levando para casa é o que é está exposto nas especificações ou se tem o selo de qualidade do Inmetro, sejam brinquedos, produtos decorativos, alimentícios ou serviços prestados. São ações importantes, exigidas pelo nosso governador, e que vão ser executadas em todo o estado”, explicou, Antônio Aurisergio de Oliveira, presidente do Ipem.

Durante a visitação, os fiscais realizam a pesagem dos produtos, bem como a análise das especificações obrigatórias, observando se o produto contém o selo de certificação do Inmetro e a faixa etária indicada.

Caso haja indícios de irregularidade ou se os comerciantes forem flagrados vendendo produtos fora dos padrões do Inmetro, a mercadoria será apreendida e os estabelecimentos notificados, tendo os responsáveis o prazo de 10 dias para apresentarem defesa junto ao instituto, podendo estar sujeitos a penalidades previstas em lei, advertência ou multa que pode ultrapassar o valor de 1 milhão de reais.

Procurando enfeites decorativos para montar o ambiente natalino de sua residência, Daniela Silva entrou numa loja que estava passando pela fiscalização do Instituto. Perguntada sobre a importância do serviço, uma vez que garante a segurança do consumidor, Daniela agradeceu o empenho dos colaboradores. “A gente agradece o trabalho de fiscalização, pois garante que o cliente não seja lesado ou compre produtos que sejam prejudiciais à saúde. Isso mostra a presença do Estado e a preocupação com o consumidor”, finalizou.