O favoritismo falou mais alto no 2º turno das eleições de Rio Branco, onde o candidato à prefeito pelo Progressistas, Tião Bocalom, foi eleito com uma grande vantagem à frente da adversária política, candidata Socorro Neri (PSB).

Mas não poderia ser diferente, após o 1º turno, partidos, que, através de seus candidatos concorreram para prefeito em Rio Branco e não se elegeram, se uniram com Bocalom em busca de uma brecha para tentar se infiltrar no Poder, pois são movidos por seus interesses e vendo que com Bocalom, o jogo poderia ser ganho.

Ao assumir, Tião Bocalom, terá grandes problemas na divisão de cargo, pois os que hoje lhe acompanharam, acreditam veementemente que a prefeitura com Bocalom no comando, se tornará um cabide de empregos, pois trata-se de caciques, experientes e que não se contentam com pouca coisa. A ambição vai gemer!!

Mas tudo indica que o prefeito eleito, Bocalom, não sendo um bom articulador político deverá pedir ajuda para os universitários e é aí que entra o senador Sérgio Petecão (PSD), pois segundo rumores, Petecão andará lado a lado com as tomadas de decisões. 

Vale levar em consideração, que Bocalom tenha usado o Partido Progressistas somente para chegar ao Poder, pois em questão de fidelidade partidária, Bocalom é um desastre e já mostrou que só permanece em um partido enquanto lhe convém, pois é uma das figuras políticas que mais trocaram de partidos no estado do Acre.