Muitos acreditam que o candidato à prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), é a solução para todos os problemas da Capital Acreana, mas não é isso que sua trajetória política mostra até o momento.

Após a invenção da vaca mecânica, Tião Bocalom criou o lema Produzir para empregar, mas ao ser bastante questionado sobre essa situação por falar muito em produzir e ele não produzir absolutamente nada, Bocalom decidiu mudar o disco.

Ao passar quase um ano como diretor-presidente da Empresa de Assistência Técnica, Extrativista e Rural do Acre (Emater) no atual governo, o ex-prefeito de Acrelândia, resolveu deixar o governo sem mostrar para que veio, já que durante quase um ano Bocalom foi incapaz de produzir algo em favor do estado.

Vale destacar que Bocalom foi uma das nomeações mais badaladas da equipe de Gladson, pois era a aposta para implementar a política de assistência técnica no estado e ajudar alavancar o agronegócio, tão prometido e falado na campanha governamental por Gladson e Rocha. Mas na prática isso não aconteceu. Bocalom teve uma oportunidade de mostrar seu potencial para alavancar a política que tanto defende, mas pelo visto fracassou.

Sem uma carta mostrando um feito sequer, muito menos investimentos, Bocalom saiu de fininho do governo.

Filiado recentemente no Progressistas, Bocalom buscava ganhar simpatia do governador e emplacar seu nome como o candidato do Palácio Rio Branco, fato este que até aqui não teve muita adesão internamente.

A prova é tanta que o governador Gladson Cameli já declarou seu apoio à candidata Socorro Neri, talvez por ter enxergado mais potencial e capacidade para administrar um Cidade do porte de Rio Branco. Pois Socorro mostrou resultados positivos durante sua gestão.