O que fica como pergunta é. Como seria uma gestão desse grupo junto? A divisão de cargos e pelas características de cada um – Arte rede social

Ao ver: Márcio Bittar, Flaviano, Roberto Duarte (MDB), Major Rocha, Minoru Kimpara, Mara Rocha (PSDB), Jamyl Asfury, José Bestene, Raimundinho da Saúde e Railson (Podemos) e Petecão (PSD), juntos, fica difícil imaginar o tamanho da guerra pelos espaços caso venham ser vencedores.

Depois de obter uma votação expressiva no primeiro turno nas eleições deste ano pela prefeitura da Capital Rio Branco, o candidato do PP, Tião Bocalon, tem gastado mais tempo justificando as alianças feitas do que cuidando da Covid-19.

Mesmo com sua militância adotando a soberba do já ganhou, Petecão que é uma espécie de padrinho da candidatura de Boca e Marfisa caiu em campo. O senador liderou as conversas com os partidos derrotados e em alguns casos trouxe até aliados do palanque do PSB.

O Podemos foi cooptado pela promessa de que poderiam ter uma secretaria, que seria dada ao vereador eleito Pastor Arnaldo Barros e com isso o presidente da sigla, o primeiro suplente Railson Correia assumiria o mandato na câmara.

O vice-governador Major Rocha (PSL), sua irmã Mara e o candidato derrotado Minoru Kimpara (PSDB) também desembarcaram no quartel do 11.

A turma do MDB também foi uma das primeiras a declarar amor ao Bocalon, vindo com Roberto Duarte, Flaviano Melo, Márcio Bittar e a turma do Guru Aldemir Lopes e outros.

Jamyl Asfury (PSC), que teve o pior desempenho nas urnas, já grita Bocalon, Bocalon pelo calçadão desde segunda-feira cedo.

O que fica como pergunta é. Como seria uma gestão desse grupo junto? A divisão de cargos e pelas características de cada um, podemos afirmar sem medo de errar que, a confusão será grande com as fatias da Pizza pequena para tantas bocas.