O governador Gladson Cameli, a procuradora geral de Justiça do Estado, Kátia Rejane, e o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Nicolau Júnior, também participaram do evento, que aconteceu na sede do grupo de comunicação em Rio Branco.

“A história da Rede Amazônica se confunde com a história do Acre, com a história de Rio Branco. É uma rede que pensa no desenvolvimento do nosso estado, do nosso povo e atua sempre de forma ética, buscando nos informar e agora na pandemia a nossa gratidão pela Rede Amazônica aumentou muito dado o compromisso de bem informar e ajudar a todos nós, governantes e a população, a sairmos dessa crise como estamos caminhando para sair da melhor forma possível. Quero parabenizar os profissionais, todos que fazem a TV Acre e as plataformas que vem realizando um trabalho qualificado, com conteúdo de qualidade para nos bem informar”, disse a prefeita.

Na ocasião, os profissionais de comunicação, técnicos e diretores da empresa também participaram da bênção proferida pelo padre Jairo Coelho às novas instalações do prédio que abriga o complexo composto pela TV Acre, pelos portais G1 Acre, ge Acre, pelas Rádio CBN Amazônia Rio Branco, o Portal Amazônia e o canal Amazon Sat.

Sobre a Rede Amazônica

A Rede Amazônica no Acre foi fundada em 16 de outubro de 1974 pelos jornalistas Phelippe Daou e Milton Cordeiro e o empresário Joaquim Margarido, que tinham o sonho de ver a Amazônia integrada. A primeira transmissão foi feita das escadarias do Palácio Rio Branco.

A Rede Amazônica faz parte de uma das 5 afiliadas do Grupo Rede Amazônica na região Norte. Logo no início, a sede da emissora funcionava na rua Silvestre Coelho, próximo à maternidade Bárbara Heliodora.

Em 1996, a emissora passou a ter sede própria no Loteamento Novo Horizonte, onde funciona até hoje.

Em 2016, o Grupo perdeu os seus três fundadores, entre eles o presidente Phelippe Daou. Após a morte, os filhos Phelippe Daou Júnior e Cláudia Daou assumiram a gestão.

Além de pioneira, a Rede Amazônica é uma das mais modernas e tecnológicas da região. Cumpre o papel fundamental de servir e integrar a Amazônia com o restante do país e do mundo.

Nos seus 46 anos no estado, ajudou a formar diversos profissionais da comunicação, contribuiu e contribui para o desenvolvimento do estado e atualmente gera cerca de 100 empregos diretos com produção de conteúdo de qualidade. E nessas quase cinco décadas se tornou uma referência de isenção e credibilidade.