O candidato à prefeito pelo município de Bujari, João Edvaldo de Lima, popularmente conhecido como Padeiro (PDT), teve a sua prestação de contas do exercício de 2012, época em que era gestor da Cidade, reprovada pela Câmara de vereadores.

A votação aconteceu na noite desta segunda-feira (5), com 7 votos favorável a reprovação da prestação de contas, o que pode tornar o candidato Padeiro inelegível e impedir que ele seja candidato nos próximos processos eleitorais, à exemplo, este ano. 

De acordo com o Acordão nº 9.053 do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que teve como relator responsável o conselheiro José Augusto Araújo de Farias, e que a câmara acabara de reprovar, Padeiro foi condenado por unanimidade a devolver aos cofres da municipalidade o valor exato de R$ 15.659,88 (quinze mil, seiscentos e cinquenta e nove reais e oitenta e oito centavos), sendo, R$ 1.760,61 (um mil setecentos e sessenta reais e sessenta e um centavos) correspondente à não confirmação do saldo financeiro transferido para o exercício seguinte de 2013.

Já o valor de R$ 13.899,27 (treze mil oitocentos e noventa e nove reais e vinte sete centavos) referente ao saldo da dívida flutuante no exercício de 2011, não ter sido transportado corretamente para o exercício de 2012. Além das duas muitas aplicadas ao candidato: uma no valor de R$ 1.565,98 (um mil, quinhentos e sessenta e cinco reais e noventa e oito centavos) correspondente  10% do valor a ser devido em razão da ausência de confirmação saldo financeiro, transferido para o exercício seguinte de 2013 e o saldo da dívida flutuante no exercício de 2011 não ter sido transportado corretamente para o exercício de 2012.

A outra multa aplicada ao ex-prefeito Padeiro, no valor de R$ 7.140,00 ( sete mil, cento e quarenta reais) corresponde ao ato praticado com grave infração a norma legal ou regular de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial. Contudo, foi encaminhado ao Ministério Público para as providências que achar convenientes, em razão das ocorrências relativas as despesas sem comprovação de licitação prévia.

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