Rocha escancarou a crise que rodeia o palácio Rio Branco e a cada dia faz um desabafo mais contundente, alegando que sofre perseguição de pessoas de dentro do governo. O vice-governador denunciou recentemente a empresa Fênix/Avancard, que veio de Manaus para gerir as margens de empréstimos consignados dos servidores do estado. Rocha disse ser muito suspeito os juros que a empresa cobra e que a mesma estaria aliciando os servidores a se endividar com juros fora da realidade, afirmando que formularia uma denúncia aos órgãos judiciais.

O governador Gladson Cameli rebateu as críticas e disse que AVANCARD venceu um processo de licitação e que não tem nada de errado na prestação de serviços. Gladson ainda questionou a postura do PSDB diante do governo, sendo que parte de seus quadros ocupam espaços na gestão.

Na tarde desta segunda-feira (05) vice-governador voltou a soltar sua artilharia na direção do Palácio Rio Branco, afirmando que sofre perseguição de aliados e que o governo se transformou emmum genérico da Frente Popular do Acre, veja;

Será que é efeito Fênis/Avancard?

Não entendo os motivos dos ataques contra a minha pessoa, só nos últimos dias somam mais de cinco e todos patrocinados pela comunicação oficial e outros órgãos.

Outra coisa, negar que o governo virou uma cópia genérica da Frente Popular é tentar tapar o sol com a peneira. Basta uma rápida olhada para os quadros da saúde, segurança, educação, meio ambiente e outras áreas do governo para ver velhas figurinhas que mandavam na gestão anterior e continuam dando as cartas. Pior ainda é ver repetidas as práticas que foram reprovadas na eleição de 2018.

“Chega a ser risível a tentativa de confundir partido político com governo. Isso era típico do PT, que tinha o governo como uma extensão do partido. Tentar justificar a esquerdização do governo sob o frágil argumento de que os partidos foram buscar candidatos na FPA é uma forma pouco inteligente de explicar o abandono daqueles que nos ajudaram a chegar ao governo. Como explicar Izanelda e outros tantas figuras que estavam na FPA durante a companha passada e hoje continuam mandando’? Indagou o vice-governador.

No final Rocha defendeu a candidatura de Minoru, justificando que o Tucano deixou o PT em 2001, ano em que a maioria dos que hoje o criticam, se deliciavam em espaços e poder oferecido pela FPA.

“Quanto ao Minoru, ele largou a militância da FPA em 2001, enquanto muitos ainda se lambuzaram nos favores dos governos petistas do Acre até 2014 é só largaram o PT nacional quando Dilma foi cassada no final de 2016. Seriam esses ataques a mim seriam efeito das críticas que realizei sobre a Fênix/Avancard”? Finalizou Rocha.

Veja a postagem de Rocha completa aqui

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