Reunião para definição de novas estratégias de combate às queimadas aconteceu na Sema – Foto: cedida

As missões integradas de Meio Ambiente iniciaram em maio deste ano, como resultado do planejamento estratégico realizado pelo Comitê de Ações Integradas de Meio Ambiente para coibir o desmatamento ilegal e as invasões nas florestas. Neste mês de julho as ações receberam reforço. Uma reunião para definição de novas estratégias de atuação aconteceu hoje pela manhã na Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

O diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre, André Hassem; o comandante do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar (BPA/PMAC), Kleison Albuquerque; o major Freitas Filho do Corpo de Bombeiros (CBMAC) e a diretora-executiva da Sema, Vera Reis Brown, definiram os próximos passos das missões.

André Hassem afirmou que vai solicitar apoio do Exército Brasileiro, principalmente nas atividades de fiscalização dentro das Unidades de Conservação federais. “As equipes estão em campo desde o início de maio, num trabalho preventivo. Agora estamos realizando várias missões em todo o Estado, com foco nas queimadas rurais e dando o suporte às prefeituras para punir também as queimadas urbanas”, disse.

Fiscalização ambiental será reforçada com mais equipes em campo – Foto: Cleiton Lopes

O major Kleison Albuquerque afirmou que essa é a primeira vez que o Estado realiza uma operação desse porte na área ambiental. “Precisamos combater as queimadas desde a sua origem, desde a invasão de terras públicas, desmatamento ilegal. Todos esses crimes resultam nas queimadas. Por isso eu destaco que a ação de 2020 na área ambiental está sendo a melhor articulada e com maior integração entre os órgãos estaduais”, comentou o comandante do BPA.

Além das missões nas unidades de conservação e na zona rural, a Operação Fogo Zero está sendo articulada pelo Estado e Ministério Público em todos os municípios para combater as queimadas urbanas.

Instituições de pesquisa nacionais e internacionais, além de universidades e a sociedade civil tem colaborado com as informações sobre as queimadas.