O Ministério da Educação (MEC) possibilitou uma medida para evitar que estudantes fossem prejudicados por conta do período de quarentena. No dia 28 de abril, por meio do Conselho Nacional de Educação (CNE), foram aprovadas as aulas não presenciais em todas as etapas de ensino. 

No Brasil, em todos os estados, houve suspensão de aulas para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. No município de Assis brasil, desde o dia 18 de março as escolas paralisaram as atividades e somente mantiveram contato virtual para fins de informação.

Na semana passada a Secretária de Educação, Sandra Lopes, reuniu gestores, professores e equipes para debater medidas de retorno às atividades escolares, dentro dos padrões estabelecidos. Na segunda-feira, 04 de maio, os alunos da rede municipal iniciaram aulas via whatsapp e receberam instruções para adaptação ao novo modo de estudar.

De acordo com o CNE, a estratégia adotada é uma forma de diminuir os impactos da pandemia na educação. “A realização de atividades pedagógicas não presenciais visa, em primeiro lugar, a evitar retrocesso de aprendizagem por parte dos estudantes e a perda do vínculo com a escola, o que pode levar à evasão e ao abandono”, explicou.

Dessa forma, os gestores e professores do município auxiliarão os alunos via internet, ministrando aulas por meio de atividades e exercícios. Para alunos com dificuldade de acesso à internet e à meios de comunicação virtual, serão entregues as tarefas escolares em suas casas pelos professores. Na zona rural o procedimento também será o acompanhamento nos lares.

Em relação à carga horária, o MEC autorizou que o ano letivo tenha, em 2020, carga horária mínima, ou seja, menos de duzentos dias. A medida continua valendo, tendo como base o atual contexto de pandemia, e até que o Ministério da Educação oriente uma nova proposta.