No dia 12 de março uma notícia dada pelo governador animou os 870 ex-comissionados da gestão anterior, que ficaram com suas rescisões pendentes de pagamentos. 

O ex-servidor R.C. da Silva que pediu para não ter toda identidade revelada, isso por ter parentes nomeados na atual gestão, contou em tom de desabafo sua frustração com atitude do governo do estado. Isso porque mais uma vez o governador anunciou o pagamento das verbas e não cumpriu.

“Ficamos muito animado, pois somos pais e mães de famílias, que queremos apenas receber o que é nosso, afinal nós trabalhamos e a conta não é do governador, é do estado. Meu olhar no diário oficial era animador, mas quando comecei a ver a relação desanimei, só pagaram os chegados e quem menos precisava, como ex-secretários, diretores e coordenadores”, afirma.

O diarista afirma que ganhava uma cec 2 que correspondia na época R$ 1.700,00 líquidos, mas que depois que findou o governo Tião Viana, o mesmo trabalha de motorista de aplicativo e por conta desta quarentena do Coronavirus, ele afirma que quase não estar ganhando para comprar a comida.

“O Gladson disse que já tinha os 4 milhões em caixa para nos pagar, porque não faz isso?, serão 870 famílias com dinheiro para atravessar o momento difícil e ainda botar esse dinheiro para aquecer a economia”, disse.

O governo resolveu suspender o pagamento das verbas rescisórias, logo que a pandemia do coronavirus chegou ao estado, resolvendo concentra os esforços financeiros no combate a doença.

Tentamos contactar o secretário de Planejamento, mas até o fechamento da matéria não obtivemos retorno.