Professores protestam e pedem contratação — Foto: Sheyla Brito/Arquivo pessoal

Um grupo de professores que fez o concurso efetivo da Educação em janeiro de 2019 fez um ato em frente à Casa Civil, em Rio Branco. Os manifestantes fecharam a Avenida Brasil , na manhã desta segunda-feira (27). Eles pedem a contratação do certame, após um ano de realização da prova. Os professores se reúnem desde às 10 horas no local.

Os professores protestaram em julho do ano passado pedindo a divulgação do resultado final e a homologação do concurso e tornam a se manifestar, pedindo a contratação. Eles pedem a divulgação do resultado final do certame e depois a homologação e contratação.

Em nota, o secretário de estado de Planejamento e Gestão, Roberto Feres, informou que o governo está trabalhando na construção de uma solução para que a contratação de 341 professores esteja de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Para que não haja nenhum prejuízo futuro aos trabalhadores e à manutenção do equilíbrio dos gastos públicos. É de total interesse do governo que, tão logo, os efetivos da educação estejam trabalhando de forma regulamentada”, informa.

O professor Jorge Neto disse que a categoria pede, pelo menos, um calendário de contratação.

“Hoje, a gente vem fazendo manifestações e procurando o governo a cerca da nossa contratação. O concurso foi homologado em 2019 e foram 1.026 professores aprovados e nós temos uma quantidade de vagas muito superior a isso, que são pelo menos 3 mil vagas de professores aposentados”, disse.

A presidente do Sindicato dos Professores do Acre (Sinproacre), Aucilene Gurgel, reforça que o objetivo é que o governo se comprometa com a contratação. E afirma que são mais de 300 professores aguardando a contratação.

“Os professores estudaram, se esforçaram concorreram com bastantes pessoas e que eles possam realmente iniciar o ano letivo. Dia 3 começa o planejamento e dia 10 de fevereiro está previsto o início das aulas, e não temos nada de concreto em relação à contratação”, afirma. Por Alcinete Gadelha, G1 Acre

Grupo fecha Avenida Brasil durante protesto — Foto: Aline Vieira/Rede Amazônica