A deputada estadual Maria Antônia (PROS) e seu esposo Dêda (ex-prefeito do município de Rodrigues Alves e presidente estadual do Partido Republicano da Ordem Social) vem através desta nota parabenizar o município de Porto Acre pelo seu aniversário de 117 anos.

“Eu e meu esposo Dêda não poderíamos deixar de expressar tamanha alegria em poder parabenizar o município de Porto Acre por mais um aniversário, pois assim como os demais municípios do nosso querido estado do Acre Porto Acre tem o seu valor e a sua importância, são terras que fazem parte da história e conquista deste território, e hoje mais do que nunca nós estamos aqui para celebrarmos cada conquista no qual Porto Acre participou e venceu”, destaca a parlamentar.

Porto Acre. A Terra de Galvez

Até o fim do século XIX fazia parte do território boliviano, cuja soberania era reconhecida pelo Brasil. Porto Acre chamava-se então Puerto Alonso (nome que homenageava o presidente da Bolívia na época) e era sede do consulado do Brasil na região e já abrigou um posto alfandegário boliviano, que foi motivo de revolta dos seringalistas brasileiros.

Porto Acre foi o principal foco da Revolução Acreana em suas diversas etapas. Em 1899, foi palco de diversos acontecimentos como: a 1ª Insurreição Acreana, a fundação da República de Galvez em 14 de julho de 1899 (quando passou a se chamar Cidade do Acre), foi destino da Expedição dos Poetas em 1900.

Os conflitos entre bolivianos e brasileiros terminaram com o Acre anexado ao Brasil em 1903 e a cidade rebatizada para Porto Acre. Ficaram as trincheiras da revolução acreana e algumas construções históricas do período áureo da borracha. No Seringal Bom Destino está parte desse patrimônio histórico, que mantém vivo a memória das origens do Estado Acreano.

Em 24 de janeiro de 1903, foi ali que ocorreu o término da Revolução Acreana com a grande vitória final comandada por Plácido de Castro, que marcou a tomada destas terras definitivamente pelos brasileiros.

O Rio Acre, que banha a cidade serviu de via de acesso aos seringueiros e seringalistas brasileiros, ainda serve aos ribeirinhos e moradores de suas margens para a circulação de mercadorias e pessoas. Durante o período seco, suas praias de terras férteis ainda servem para o cultivo de melancia, banana, hortaliças, mandioca e outras culturas de subsistência.