‘Não deve ser fácil administrar um estado com seus problemas e conviver com aliados do tipo dos que ele tem’

Em meio à tensão vivida pelos Riobranquenses, que enfrentam uma onda de medo e terror implantado pelas facções criminosas, o estado precisa de um governante de pulso forte, presente e que tenha controle de sua gestão.  Gladson poderia se espelhar no seu braço direito, seu amicíssimo Ribamar trindade que segundo rumores que correm nos corredores dos prédios públicos, quem manda é o Ribamar.

Gladson Cameli (Progressista), pensou que realizar seu sonho de governar o Acre era fácil, como foi, mas ao sentar na cadeira percebeu que a missão vai além de um Rooby pessoal.

Passado um ano o governante sequer montou sua equipe, que se remonta todo mês, seja com mudanças de nos nomes da pasta, seja com trocas de comando nos principais cargos de gestão do governo.

Gladson Cameli perdeu o sono, não era para menos. Governar um estado em tempos difíceis, com pulso fraco e adversário famintos por poder não é fácil.
Os aliados de Gadson, a começar pelo vice Major Rocha (PSDB), se enfrentam todo momento por egos e poder. Brigam na imprensa, nas redes sociais, onde achar que devem.

O vice-governador não auxiliado Gladson Cameli como deveria, parece estar assistindo os acontecimentos de longe, aguardando um momento de sentar na cadeira de comandante titular do palácio e dar as cartas.

Isso mesmo, não será difícil Gladson Cameli chegar ao nível do insuportável e pedir para sair.