Parte dos policiais penas de Rio Branco fecharam trechos da Avenida Getúlio Vargas e Avenida Ceará, na manhã desta quinta-feira, 16, para protestarem contra algumas ações do governo junto à categoria e o não cumprimento de promessas feitas pelo governador Gladson Cameli, que segundo um dos agentes não cumpriu com a sua palavra.

A manifestação busca chamar atenção da segurança pública e do próprio governador Gladson Cameli que firmou um compromisso que até o momento não honrou, como por exemplo, a manutenção da carga horária plantonista de 24 por 72 horas.

“Temos o dever de cumprir 40 horas semanais, o que passar disso é ilegal, banco de hora só faz quem quiser, não é obrigado”, disse um dos agentes que inclusive afirmou que não vão aceitar a escala de trabalho imposta recentemente.

Além da manutenção da escala de trabalho, os agentes da polícia penal pedem a equiparação salarial com outras categorias da segurança pública e o pagamento de promoções, que estariam em atraso desde o ano passado.

Os policiais afirmam ainda que durante um ano o governo vem pedindo paciência para resolver as questões, mas só chegou até eles imposições, o que eles consideram absurdos, e que tudo isso poderia ter sido evitado se não fosse a falta de diálogos.

O presidente da Associação dos Servidores, Eden Azevedo, pediu a presença do vice-governador Major Rocha (PSDB). “Só queremos conversar e buscar um diálogo sobre nossas reivindicações”, explicou.

Uma conversa com o vice-governador ficou agendada para as 14 horas , segundo diretor da Secretaria de Justiça Pública (SEJUSP).