Com o cabo de vassoura nas mãos, o delegado e mais dois funcionários iniciam uma caçada ao inimigo da hora.

É dia de chuva, pela parede escorre um rio de água proveniente das goteiras existentes no teto da delegacia.

Depois da perseguição, o bandido é capturado. O perigoso vilão é um rato.

Ratos, baratas e outros tipos de bichos vetores de doenças são presenças constantes nas unidades de segurança pública.

As condições de trabalho da Polícia Civil, segundo uma fonte, pioraram se tornam insalubres a cada dia.

“Os servidores estão indignados. O delegado-geral tem toda a consciência do que está acontecendo. A caçada a rato é diária. Tentaram fazer uma dedetização, mas colocaram apenas armadilhas, mas não serviu para nada”, revela uma fonte.

Isso seria reflexo da pouca atenção e do desrespeito da administração estadual com a categoria, que viu a secretaria ser transformada num mero departamento.

“Todo mundo, por conta da falta de respeito, está sujeito à doenças. Talvez o Estado decida tomar providências quando alguém adoecer”, reclama.

Em Sena Madureira não tem sido diferente. O delegado titular da delegacia da cidade teve que desembolsar do próprio bolso para custear a mão de obrar de conserto de uma viatura que ficou a vários dias parada com pneu furado e pastilhas de freio com problema. Fonte: yaconews