Preste a fechar o primeiro ano da gestão denominada de ‘Mudança’ que de novo não teve nada, as trapalhadas e troca desordenada de secretários vem marcando este início do governo Gladson Cameli (Progressista) e Major Rocha (PSDB).

A figura do vice em uma administração é um auxiliar diretamente, seja nas ações positivas, seja nas mais desafiadoras. Aqui no Acre, de acordo com um funcionário da Casa Civil, os rumores que correm dentro da sede é de que Major Rocha que é vice do governador Gladson Cameli, tem adotado uma estratégia estranha e até com muita esperteza, de desaparecer quando as coisas não andam bem.

Prometendo devolver a sensação de segurança dos acreanos e acusando o governo passado de negligenciar no combate a criminalidade, Rocha ganhou para sua órbita de comando, toda estrutura do sistema de segurança do estado. Neste quesito, ele não pode reclamar do seu colega titular de cadeira Galdson Cameli, que lhes confiou uma missão das mais importantes e que podem trazer grandes resultados para o governo, quando assim funciona.

A criminalidade volta a ser destaque negativo na imprensa e as pessoas estão apavoradas, com medo de sequer sair em determinados locais da cidade. Assalto a coletivos, barcos nos rio do Juruá, motoristas de aplicativos trabalhando sobre medo constante e população encarcerada dentro de casa. A tão sonhada paz está no discurso das promessas, a violência não estar sendo encarada por outros fatores além da política repressiva e assim, mesmo aparelhando o estado e as forças policiais, o governo vai perdendo a guerra.

Outra fase ruim enfrentada até aqui, talvez a mais desgastante é aprovação da Reforma da Previdência estadual, também chamada pelos servidores públicos de; ‘Pacote de Maldade do governo Gladson’.

Com experiência de parlamento, Rocha poderia muito bem ter atuação de interlocutor da pauta, seja com os sindicatos, ou com os deputados da Assembléia Legislativa.

O vice governador preferiu o sumiço e a estratégia de não se expor em pautas de desgastes vai dando certo, mas já começa a ser desconfiada e vista com maus olhares pelos seus aliados do Palácio Rio Branco.

Com a proximidade das eleições de 2020, os aliados de Gladson vão se debandando para suas aldeias partidárias, cada um construindo do seu jeito e os projetos não são convergentes.

A tendência é que aconteça um acirramento e o comandante da tropa tem que ser bom, para não assistir uma guerra interna sem precedentes.

Tentamos contato com assessoria do vice-governador Major Rocha, para saber que agenda o mesmo estaria cumprindo esses dias, afinal ninguém viu ele nesse embaralhado de confusão que cerca o governo.