As redes sociais está sendo tomada por montagens envolvendo os deputados estaduais que votaram favorável ao projeto da reforma da previdência estadual, que foi aprovada nesta terça-feira (26) por 17 votos favoráveis e 6 votos contrários.

Os deputados da vez são os que compões a bancada evangélica na Assembleia Legislativa, que os servidores achavam que podia contar com eles, mas após a votação da PEC da Maldade perceberam que não é dessa forma que as coisas acontecem.

A bancada evangélica é composta pelos deputados: Wagner Felipe (PR), Josa da Farmácia (PODE), Cadmiel Bonfim (PSDB), Doutora Juliana (PRB) e Antônio Pedro (DEM), todos votaram sim à reforma, e nas redes sociais consta que a bancada evangélica mandou os trabalhadores para o inferno.

 Deputados que votaram contra a Reforma da Previdência Estadual:

Maria Antônia (PROS)

Jenilson Leite (PSB)

Fagner Calegário (PL)

Daniel Zen (PT)

Edvaldo Magalhães (PCdoB)

Jonas Lima (PT)

Deputados que votaram a favor da Reforma da Previdência Estadual:

Gerlen Diniz (PP)

Roberto Duarte (MDB)

Meire Serafim (MDB)

Antônia Sales (MDB)

Luiz Tchê (PDT)

Neném Almeida (SD)

Chico Viga (PHS)

José Bestene (PP)

Doutora Juliana (PRB)

Marcos Cavalcante (PTB)

Manoel Moraes (PSB)

Josa da Farmácia (PODE)

Antônio Pedro (DEM)

Wagner Felipe (PR)

Nicolau Junior (PP)

Cadmiel Bonfim (PSDB)

Wendy Lima (PSL)

Entenda as principais mudanças da reforma do acreprevidência 

As Novas regras da reforma da previdência estadual terá efeito aos servidores contratados após 2003, os que foram contratados anteriormente terão seus direitos adquiridos estabelecidos;

No cálculo de tempo de contribuição e idade que é uma regra especial somente aos professores, na reforma da previdência do Acre, será de 91 para os homens e 81 para as mulheres.

Aos servidores que serão alcançados pela reforma, terão a modalidade de pedágio, que seria a inclusão de 100% do tempo restante para se aposentar, exemplo, quem irá se aposentar daqui um ano, este terá que contribuir por mais um ano;

Não haverá aumento sobre o valor da contribuição, que hoje é de 14% ao servidor, mas ao patronal sim, que irá contribuir de 14% para 22%.

Nesta reforma, está assegurado a sexta parte, auxílio-funeral e licença-prêmio ao servidores, mas a princípio seria tirado esse direito dos trabalhadores.