A deputada estadual Maria Antônia (PROS) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (ALEAC) para lamentar o fato de o Governador do Estado, Gladson Cameli (PP) ter deixado 15 municípios do Acre sem emendas parlamentares para a recuperação de ramais, pontes e bueiros.

A Parlamentar cita a necessidade dos produtores rurais de escoar suas produções, porém com essa atitude de Gladson de pegar o valor exato de R$ 89.058.993,58 (oitenta e nove milhões, cinquenta e oito mil, novecentos e noventa e três reais e cinquenta e oito centavos) e dividir somente para seis município fica complicados para os produtores rurais escoarem sua produção por conta que não tem ramais para dar o acesso.

Um exemplo é o município de Rodrigues Alves (assim como os demais que ficaram fora da lista) que perdeu quase R$ 5 milhões e é um município que tem muitos ramais, até onde eu tinha conhecimento era 700 quilômetros de ramal, mas esse número já aumentou.

“É uma situação lastimável, a gente lamenta muito pois é pelos ramais que vem nossa produção, onde a produção é o que nos alimenta, os produtores dependem do escoamento das suas produções para se manterem e tirarem o seus sustento e de sua família, então fica aqui o meu registro”, disse a deputada.

Maria Antônia enviou um ofício ao Secretário de Estado de Produção e Agronegócio (SEPA), Paulo Salvador Wadt, que tem por objetivo levar ao conhecimento dele, uma denúncia feita pelos próprios servidores da SEPA, referente as questões insalubres em que se encontra o prédio da referida secretaria.

De acordo com a Deputada, os trabalhadores relataram a falta de condições para prestar seus serviços no órgão, informaram ainda que devido a ventania que teve no mês de setembro, deteriorou parte da cobertura do prédio e não foi feito reparo.

Diante disto, gerou goteiras e um mal cheiro de fezes  de pombo, que ficam na cobertura do prédio, o servidores relatam ainda que tem trabalhado com proteção no nariz e boca devido o mal cheiro e o medo de contrair a doença criptococose (popularmente conhecida como a doença do pombo), sabe-se também que a vigilância sanitária, já condenou o ambiente de trabalho como insalubre.

“Diante desses fatos, pedimos a vossa excelência, que viabilize esses problemas junto ao Governo do Estado, para que os referidos servidores tenham condições de prestarem seus serviços em um ambiente digno e com higiene”, finalizou a Parlamentar.