Gladson Cameli e Major Rocha vivem nas nuvens, enquanto o povo continua esperando a tão prometida mudança que não chega

Nesta segunda-feira (07 de outubro, militantes do Partido Progressistas e vários aliados comemoram a data de um ano da vitória obtida contra 20 anos de domínio da FPA – Frente Popular do Acre.

Nas redes sociais muitos lembraram da data com postagens de euforia e comemoração, mas teve inúmeros que aproveitaram para demonstrar frustração, arrependimento e lamúria por não ter nada do projeto de mudança em prática, depois de 9 meses de gestão Gladson Cameli (Progressista) e Major Rocha (PSDB).

Sem rumo e com recorde de atrapalho, o governo não conseguiu uma identidade de gestão. Até mesmo nos problemas em que mais diziam ser negligência do PT, ainda não conseguiram mostrar nada de diferente, pelo contrário, em diversos setores a situação se agravou.

Na segurança o discurso era de que a sociedade voltaria em um curto espaço de tempo, respirar ares de tranquilidade. Em 10 meses de governo o patrono da segurança pública; vice Major Rocha foge do assunto. De nada adianta soltar centenas de viaturas nos pátios dos quartéis, se as estratégias e políticas de combater a criminalidade não evoluírem.

Na saúde o erro nas tomadas de decisões tem feito dessa pasta a mais negativa até aqui, com nível de reclamações da sociedade nunca visto antes. O caos provocado deva ser para justificar a privatização do setor, que promete novas confusões entre governo e servidores da categoria, que não querem nem ouvir falar nessa palavra.

Na produção que foi o carro chefe da campanha de Gladson, o que dar para entender é que ainda estão em cursos de formação e na formação de equipe. Para quem tanto questionou a florestania, já poderiam ter mostrado ao menos um pé de Milho, fruto da nova política de agronegócio prometida em campanha.

Na assembleia, o governo acumula constrangimento e trapalhadas políticas, deixando sua base em saia justa e perdendo votações para ele mesmo.

Gladson desce de um avião e sobe em outro, o homem gosta dos ares e parece que essa característica tem contagiado também o seu vice Major Rocha.

Os dois mandatários andam tão alinhados na política e na gestão, que poderiam sentar e definir uma rotatividade de viagens. Um governo em formação não pode ficar todo mês desassistido de seus dois maiores líderes, que viajam simultaneamente, parece até proposital.

Por incrível que pareça, quase em todas as viagens do governador, acontece uma crise em algum setor do governo, o reflexo de que quem engordo o gado é o olho do dono.