Desde que assumiu o comando do estado dia 1º de janeiro o governador Gladson Cameli pôde compreender o que é assumir a gestão de um estado, tendo que encontrar soluções para problemas deixado por seu antecessor

Depois de 20 anos governado pelo PT – Partido dos Trabalhadores, o povo do Acre resolveu devolver o comando da gestão para um Cameli, desta vez para o sobrinho do saudoso governador Orleir Cameli, que governou o Acre de 1995 a 1998.

O que mais tem tirado o sono de Gladson até aqui, são dívidas e projetos inacabados deixados pelo governador Tião Viana, que ficou 08 anos no comando do Palácio Rio Branco, sendo os últimos quatro; de enfrentamento das crises nacionais como, o Impeachment da presidente Dilma e mais de dois trágicos anos de Temer no poder.

O atual governo que sempre disse não olhar para o retrovisor e compreender o tamanho dos desafios, volta e meia faz duras críticas e reclamações dos problemas que segundo ele herdou de Tião Viana.

Pagar metade do 13º salário de parte dos servidores deixados pelo governo do PT, além das rescisões contratuais dos comissionados, parece ser uma dívida menor que o buraco encontrado por Jorge Viana, quando assumiu o governo em janeiro de 1999.

Quem não lembra dos R$ 40 milhões retirados da previdência estadual, dos 3 meses de salários atrasados herdados por Jorge, além de uma máquina estatal quase totalmente falida?

Pois é, os acreanos lembram muito bem desse período amargo e triste para economia acreana.

Já dizia a deputada e aliada Antônia Sales (MDB), “Quem casa com a viúva, tem que assumir os filhos”, assim serve para o atual momento de Gladson Cameli.

O governador precisa entender uma coisa, o que fez o povo acreano trocar de governo, foi justamente a proposta de fazer algo diferente, portanto, arregace as mangas, pare de reclamar daquilo que seus adversário um dia viveram e faça o que se propôs na proposta de governo.