Como parte de um planejamento estratégico elaborado pelas forças de segurança do Estado e em apoio a Prefeitura de Rio Branco, a Polícia Militar realizou a operação Miíase.

Assessoria – O alvo foi desarticular práticas criminosas instaladas em áreas de comércio, onde há grande circulação de pessoas, a fim de trazer segurança e reorganizar o espaço público que atualmente vem sendo ocupado de maneira irregular.

Os principais crimes identificados durante a atuação policial foram contrabando, receptação, tráfico de drogas, prática de jogos de azar, pirataria e venda de produtos ilícitos sem a devida legalização ou origem. Mais de 20 pessoas foram conduzidas a Delegacia de Flagrantes (Defla) e materiais ilícitos foram apreendidos durante a operação que deve continuar nos próximos dias.

“Nós identificamos alguns problemas originados pela má organização do espaço nessas regiões aqui dos mercados próximos ao Terminal Urbano e Camelódromo, tais como, furtos, roubos de celulares, tráfico de entorpecente, contravenções, jogos de azar, venda de cigarros e dvd’s ilegais e tudo isso é crime.  Então viemos tornar o espaço saudável, fazer uma limpeza, trazer segurança tanto aos consumidores como aos comerciantes”, disse o coronel Atahualpa Ribera.

‘Miíase’, como foi titulada a operação, significa afecção parasitária provocada pela presença de larvas e moscas em tecidos ou orifícios de animais de sangue quente e reflete o que acontece nas áreas alvo da ação da polícia. Aproveitando-se da desorganização do espaço, repleto de barracas irregulares e comercio ilegal, grupos criminosos acabam se instalando e aproveitando o grande fluxo de pessoas para a prática de delitos e crimes contra o patrimônio.

“Nós queremos devolver a ordem naquela região e antes desse reordenamento se faz necessário uma ação das forças de segurança no sentido de devolver a prefeitura e ao cidadão, o espaço para qual foi destinado. Houve uma séria de conduções, produtos foram apreendidos e vamos apresentar tudo assim que for contabilizado e a operação terminar”, destacou o secretário de segurança, Paulo Cezar Rocha dos Santos.