Aliados de Gladson Cameli e Major Rocha, transformam o governo em um ambiente de confusões e interesses nada coletivo

Poucos imaginaram um início de governo tão problemático e com tantos problemas de relações, provocadas não por oposição derrotada, mas sim pelos próprios aliados do governador Gladson Cameli 

Não bastasse os inúmeros gargalos na saúde, educação e segurança pública, sendo estas as áreas mais urgentes de cuidados, o governador precisa atuar quase que diariamente, para aparar as arestas e confusão de seus aliados.

O bolo mau dividido, criou um ambiente político insalubre e de confrontos ferrenhos entre os que estavam habituados a brigar 20 anos não com aliados, mas com os adversários da FPA – Frente Popular do Acre.

O governo sequer tinha sido montado e já estavam se digladiando para saber quem mandava mais, quem indicaria o melhor candidato para as eleições de 2020 e pasmem, já estão brigando pela sucessão de 2022, isso em apenas 7 (sete) meses de governo.

Muitos dos que agora estão no inverso da luta política, não se prepararam para ser governo em tempos de rede sociais, em tempos de transparência e órgãos de controle bastante rigorosos.

Estes querem fazer do governo Gladson Cameli, um instrumento de apropriação do poder, de seus interesses e projetos individuais, esquecendo que caso fracasse na opinião pública, vão todos no mesmo barco.

Talvez nunca se viu um governo com tanto Nepotismo, familiocracia e falta de alinhamento.

Parlamentares aliados entupiram as secretarias de filhos, esposas, irmãos, cunhados e até namorados (as) dos filhos (as), deixando o governo com a cara de negócio e não com ferramenta de transformação de um estado como um todo.

Tem tempo para corrigir, afinal o povo ainda acredita no governo, mas já desconfia, o que é um péssimo sinal.