Se é ajuste fiscal o que Guedes quer, Gladson está fazendo o dever de casa. Governador acertou onde não podemos errar

Não estamos mais no espaço da promessa. Estamos agora no ambiente do fato consumado.

O esforço fiscal da equipe econômica nos primeiros meses do ano, inaugurou um ambiente positivo diferenciado no que diz respeito à pauta do governo junto ao Ministério da Fazenda.

E é fato consumado que o Governo Gladson conseguiu o melhor resultado fiscal quadrimestral dos últimos três anos.

Qualquer olhar que se faça para o que ficou para trás, facilmente, irá nos conduzir à conclusão de que, em matéria de contas públicas, a tendência ao agravamento progressivo já é coisa do passado tanto quanto aqueles que assim agiam.

E as provas mostram-se incontestavelmente nítidas quando olhamos para os principais indicadores fiscais do primeiro quadrimestre de 2019 no comparativo com os anteriores.

Os avanços foram robustos na imensa maioria deles, mesmo diante do cenário caótico que herdamos.

E foram bons exatamente porque conseguimos iniciar bem cedo – o que é fantástico – a inversão dessa lógica.

No caso, libertamos o Acre da tendência à piora progressiva e à irreversibilidade, que era a postura crônica dos governos anteriores.

Não há esforço humano, que opte por ser justo, que retire esse mérito das mãos de Gladson e da sua equipe de trabalho junto ao Tesouro Estadual. Seria desonestidade grave qualquer tentativa de subtrair essa verdade.

O pessoal da Secretaria de Fazenda soube ter tenacidade para resistir às críticas – que são inevitáveis em cenários de contenção de gastos – e conseguiu segurar o leme com as duas mãos e, com firmeza, iniciou, com a segurança que todos esperávamos, a grande travessia da recuperação econômica.

Gladson acertou exatamente naquilo que lhe permitirá ajustar os equívocos. Enfim, acertou na prioridade número um do governo, que é exatamente de onde brotam nossas maiores dificuldades.

Os erros não são fichinha. Mas, nem de longe, superam a magnitude do acerto verificado em matéria de controle e segurança das contas do governo.

Tive o cuidado de conferir o esforço fiscal vindo dos colegas de Gladson que estão à frente dos governos de outros estados. 
E percebi que o governador dos acreanos não mandou bem apenas em relação ao padrão petista local de gerenciar contas públicas.

O que vi não deixa dúvidas – diante da herança nefasta herdada – Gladson apareceu destacado, também, em relação aos outros estados.

Com isso, Gladson conquistou respeitabilidade. E tenho como certo – pois é assim que as coisas são nesse campo – que logo os bons resultados irão produzir efeitos favoráveis ao Acre na mesa do Ministro da Economia de Jair Bolsonaro.

Se é ajuste fiscal o que Guedes quer, Gladson está fazendo o dever de casa. Se é responsabilidade fiscal o que Guedes quer, Gladson está tendo.

Se é austeridade com sustentabilidade o que Guedes quer, nós do Acre, aqui tão distante, tão na nossa, estamos ofertando.

Aplauso é bom! E como é! Elogio é coisa boa! Mas não enche barriga. Temos demandas urgentes no Acre. A maioria, posicionadas em níveis elevados de complexidade.

Nosso esforço tem que valer à pena na relação com o Governo Federal. Não somos mais uma promessa vaga. Avançamos!

Em matéria de contas públicas já somos o início de um fato concreto positivo. Fato! E é um fato incontestável!

Por isso, não tenho dúvidas, ganhamos musculatura e tenho como certo que logo irá refletir, na forma de oferta de aberturas, ainda que modestas, bem modestas, no que diz respeito à chegada, um pouco mais à frente ou até mesmo no curto prazo, de dinheiro novo. Eu creio!

A necessidade de investimento e a necessária cobertura por meio de novos financiamentos, graças a Deus, ganhou força.

Daqui do Acre que amamos tanto, com humildade e respeito, sem querer ser melhor do que ninguém, seguiremos firmes no objetivo de oferecer uma vida melhor a cada dia a todos os acreanos.

Nossa pauta primeira será sempre melhorar o nosso melhor. É para frente que se anda!

Gladson errou algumas vezes. Faz parte! Mas acertou onde não poderia errar, como é o caso do exposto aqui.

A estrada é longa e para onde iremos não é perto. Sigamos!