“Estou mentindo, Gladson? Quando o sapato aperta, costumo ser lembrado, né Gladson?”

Olho para a imagem e o coração responde com forte e gostosa sensação de dever cumprido.

Só espero que não me obriguem à realização de Exame de DNA ou Exame de paternidade – no caso, uma pesquisa no Google com as seguintes textuais: Edinei Muniz Ponte sobre Rio Madeira

Não tenho a pretensão de ser “o pai” da referida obra. Seria maluquice! Não tenho por esporte sair por aí lembrando – à quem viu – por onde andei. 

Sou de fácil percepção! Mas, como alguns talvez não tenham visto, aproveito para lembrar que não será facil passear pela ponte sem o risco de pisar nas minhas digitais.

Colaboramos muito!

Tenho orgulho de ter sido a pessoa que mais fortemente incentivou, o então senador Gladson Cameli, a bater o carimbo de PRIORITÁRIO nos esforços políticos vindos do seu Gabinete no Senado Federal em relação ao referido projeto.

A obra foi construída por muitas mãos. E Muitos irão dizer que deixaram digitais por lá, ainda que por fragmentos. Alguns serão justos e merecedores, outros, nem tanto.

O cidadão Jorge Viana, a título de exemplo, não se pode negar, teve sua parcela de contribuição.

Sempre alertei o Jorge sobre a necessidade de manter o foco na obra. Respostas vieram. Porém, muitas, tardiamente.

Jorge só mudou um pouco após o incidente do isolamento do Acre pela força do Rio Madeira em 2014.

Pelo poder que acumulou, Jorge Viana desperdiçou demais as boas oportunidades que teve com Lula e Dilma.

Se não tivessem falhado, a obra, que só agora será entregue, já teria pelo menos uns 15 anos.

Veio a tragédia do isolamento de 2014, e daí em diante a liderança foi quase que totalmente do Senador Gladson Cameli. 
Gladson soube aproveitar a força das alianças políticas disponíveis e concretizou a obra.

Tião Viana, a título de exemplo, nunca ajudou. O Gabinete do Tião Viana – seja nos doze anos de senado ou nos oito de governo – “nunca bateu um prego numa barra de sabão pela obra”.

O que fez foi para prejudicar, no caso, por meio da cumplicidade de um veto numa certa Lei Orçamentária, onde, se houvesse empenho, pelo poder que tinha, poderia ter antecipado a obra em pelo menos dez anos.

Se Tião Viana, ainda assim, quiser argumentar, sugiro que façam o EXAME DE DNA DO GOOGLE.

FIquem à vontade caso alguém queira habilitar-se para desmentir.