Bombeiros fazem vistoria em comércios para avaliar sistemas de prevenção de incêndios

Tenente-coronel diz que objetivo é alertar comerciantes para que façam a manutenção dos equipamentos de prevenção de incêndio. Ação deve ocorrer durante todo o mês de janeiro.

O Corpo de Bombeiros vai fazer, durante todo o mês de janeiro, vistorias em comércios de Rio Branco. A ação começou no último dia 3 deste mês. Os militares já verificaram ao menos 70 estabelecimentos que ficam na Avenida Chico Mendes, no Segundo Distrito de Rio Branco. Porém, a vistoria deve seguir para outros bairros que possuem área comercial.

O diretor da Diretoria de Atividades Técnicas Operacionais (Datop), o tenente-coronel Otoni Miranda, explicou que nesse momento inicial os comerciantes vão ser orientados para que regularizem a situação.

“Estamos percorrendo as regiões de maior comércio, então vamos seguir por vários bairros, como Vila Acre, Belo Jardim, Santo Afonso e também no Centro de Rio Branco. O trabalho nesse primeiro momento é educativo e nós orientamos que eles tomem as medidas de segurança para o patrimônio, para os funcionários e clientes”, afirma.

Os empresários que não apresentarem o certificado de aprovação ou que não tiverem com o documento dentro da validade, devem procurar os pontos de atendimento do Corpo de Bombeiros na Central de Serviços Públicos (OCA) e também na Diretoria de Atividade Técnica (DAT) ao lado do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Acre (Incra).

“Nesses casos, os comerciantes devem tomar todas as medidas e damos o prazo de 72 horas para que eles compareçam aos pontos de atendimento e deem início ao processo. Depois que o processo é iniciado não determinamos um prazo, pois vai depender da indicação dada ao empresário”, explica.

Ainda conforme Miranda, os principais problemas encontrados nos estabelecimentos é a falta de manutenção nos equipamentos de medidas preventivas como os extintores.

“Tem extintores que estão dentro do prazo, mas se encontram descarregados, ou despressurizados. Alguns dos equipamentos estão obstruídos ou com algum obstáculo que impede acesso direto ao extintor. Há casos também de luminárias que não estão em funcionamento. Essas são as deficiências que encontramos”, relata.

Por Quésia Melo, G1