Acusado de vender gado roubado na fronteira do Acre segue preso, decide STJ

Conforme o processo, os donos de uma casa de carnes local se valeriam da precária vigilância sanitária do município para realizar compra e venda de gado de origem desconhecida.

Um homem acusado de participar de organização criminosa voltada para o comércio de gado roubado ou de origem desconhecida em Plácido de Castro vai continuar preso, assim decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além de organização criminosa, o preso é acusado dos crimes de colocar em risco a saúde pública, falsidade ideológica, corrupção de agentes públicos e fraude a licitações.

Ele foi detido com outros seis supostos participantes da organização na operação policial denominada Sangue Amargo, em novembro de 2018. Conforme o processo, os donos de uma casa de carnes local se valeriam da precária vigilância sanitária do município para realizar compra e venda de gado de origem desconhecida, sabendo apenas que estaria vindo da Bolívia. Na época um servidor do IDAF foi detido pela Polícia Federal.

Com informações Ac24horas