Quanto o Secretário de Saúde de Assis Brasil Tony Rios já recebeu com diárias?

As diárias do Secretário estão engavetadas a sete chaves, nem o Zé do caixão consegue abrir o cofre dos anos 80.

O vereador de Assis Brasil Piel (PSD) anda de orelha em pé para saber quanto o secretário de Saúde Tony Rios já recebeu de diárias, segundo o Vereador, vários comentários rolam na cidade de que Tony já recebeu mais de 30 mil em diárias na secretaria de saúde, dizem que foram quatro vezes mais que o Prefeito Zum.

A maromba do Povo

O município de Assis Brasil no Alto Acre e a única cidade que possui uma Maromba que fabrica milhares de tijolos por mês, se tivessem um bom gestor quase todas as ruas da Cidade poderiam estar de boa qualidade.

Assis Buracos

Falando em buracos, Assis Brasil está passando o seu pior momento desde que passou a ser munícipio, em seis anos de administração do PSDB, a cidade retrocedeu 20 anos no passado, agora nem carroça de boi consegue andar nas ruas por conta das milhares crateras na cidade.

2019 dos Buracos

Passou o Natal e o ano novo e a população de Epitaciolândia continua a mercê da própria sorte, não pode chover que as ruas ficam em total calamidade, sem falar nos buracos das ruas do munícipio.

Vereador do Povo

O Vereador Messias Lopes é um dos que mais cobra nas sessões da Câmara de Epitaciolândia sobre ponte, coleta de lixo, bueiros e outros, mas suas reivindicações ficam engavetadas, já que o Presidente só faz o que o Flores manda.

Governo sem falcatrua

Cameli em um tom mais duro em seu pronunciamento garantiu que durante seu governo terá tolerância zero para falcatruas e pediu o apoio da Assembleia Legislativa para enfrentar os desafios de sua gestão pelos próximos quatro anos.

Longe do Alto Acre

Se o Governo de Gladson Cameli não vai ter falcatruas tem que ficar bem longe de alguns políticos que tem lá pelas bandas do Alto Acre, sem falar em Capixaba que teve o Prefeito do PP afastado e o de Senador Guiomard preso pela Polícia Federal.

100 milhões

A Reforma Administrativa deixará o governo Gladson Cameli com uma folga financeira. A previsão é que com os cortes de cargos de confiança e de secretarias poderá economizar em torno de 100 milhões de reais anual, que podem ser aplicados em investimentos essenciais.

Nicolau

O número é necessário para aprovar qualquer projeto, até os que exigem quorum especial, como os projetos de emendas constitucionais. Outro fator favorável é o fato que deve ter como presidente da ALEAC, um aliado fiel, o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS). Ou seja, na área política o céu será de brigadeiro ao novo administrador.

O presidente mais rejeitado do Brasil

Michel Temer, o traidor que conspirou contra a presidente Dilma Rousseff e usurpou a chefia do Poder Executivo, de onde sai como o político mais rejeitado do Brasil, entregou a faixa presidencial a Jair Bolsonaro, que só foi eleito porque o ex-presidente Lula foi arrancado do processo eleitoral por meio de um processo judicial forjado; imagem retrata o fim da Nova República e a volta dos militares ao poder

Conversa de botequim

“O discurso de posse de Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, nesta terça (1º.), vale pouco mais do que uma conversa de botequim. O capitão foi incapaz de apontar rumos diante de uma das mais sérias crises vividas pelo país desde a proclamação da República (1889)”, diz o jornalista Gilberto Maringoni; “Nenhuma palavra consistente sobre o desemprego, sobre salário, sobre recuperação econômica, sobre educação, cultura ou política externa”; “Não é apenas por discordar de fio a pavio que o discurso pode ser classificado como um lixo. É porque a direita brasileira – e mesmo a extrema-direita, com Plínio Salgado, Miguel Reale e outros – já produziu quadros menos rudimentares”

O bozoooo

Jair Bolsonaro surpreendeu o país em seus discursos no Congresso e no púlpito do Palácio do Planalto: no primeiro, acusou “inimigos da pátria, da ordem e da liberdade” pelo atentado a faca que sofreu em Juiz de Fora em 6 de setembro; no segundo, disse que seu governo irá “restabelecer a ordem neste país” e que, com sua vitória, o Brasil irá “se libertar do socialismo” e do “politicamente correto”; ao final, falou em derramar sangue para defender a bandeira “verde e amarela”; qual será o próximo passe de seu governo?

O homens fortes do bolsonarismo

Nossa missão é tratar de segurança e viagens do presidente e cuidar do sistema de inteligência brasileira. Esse sistema que foi recuperado pelo Etchegoyen, foi derretido pela senhora Rousseff que não acreditava em inteligência”, disse o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, e um dos homens fortes do bolsonarismo.

Brasil sofreu a maior humilhação

Um dia depois da posse de Jair Bolsonaro, em que a imprensa atuante no Brasil sofreu a maior humilhação de sua história, Olavo de Carvalho, guru do presidente, propôs a expulsão dos correspondentes estrangeiros do país; Olavo traçou uma linha divisória entre “palpites” e “noticiar fatos” sem esclarecer quem estabelecerá tal linha para, em seguida, decretar que os jornalistas que a ultrapassarem “deveriam ser banidos do território nacional”.

Ruralistas agora mandam na questão indígena

O Ministério da Agricultura no governo do presidente Jair Bolsonaro será responsável pelas terras indígenas e quilombolas e terá o comando do Serviço Florestal Brasileiro, responsável pela gestão das reservas naturais, de acordo com medida provisória publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira; ou seja: ruralistas agora mandam na questão indígena.

O novo governo de Flavio Dino

Em discurso de posse para um segundo mandato, o governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, ressaltou a importância da defesa dos direitos humanos e dos direitos fundamentais. O governador também defendeu a democracia que, segundo ele, é fortalecida pelo pensamento diferente, no mesmo dia em que a imprensa era humilhada na posse de Jair Bolsonaro. “Me espanto e me horrorizo com o ódio que jorra das redes sociais. Não devemos normalizar a barbárie porque se a normalizamos, estamos a perenizando e eternizando a busca da destruição do pensamento diferente no Brasil”