Petistas travam guerra nos bastidores pelo controle do partido no Acre

O PT no Acre trava uma de suas maiores guerras internas desde que foi fundado no início da década de 80.

A eleição para a presidência do diretório regional acontece em meados de 2019, mas as tendências internas Democracia Radical (DR), Democracia Social (DS), Avante e os que não pertencem a nenhuma delas já declararam guerra pelo controle do partido.

A DS, coordenada pelo grupo político do ex-deputado federal Sibá Machado, não aceita mais o comando do partido nas mãos de Cesário Braga, da majoritária DR, comandada pelo professor Francisco Nepomuceno, o Carioca. “Não aceitamos mais Cesário Braga nem ninguém da DR no comando do PT”, disse um petista, atribuindo o fracasso do partido nas eleições passadas à DR”.

Sibá Machado foi visto ontem na Assembleia Legislativa conversando com os deputados Jonas Lima e Leila Galvão, buscando apoio para uma reestruturação e renovação do PT. O confronto entre a DS, de Sibá, e a DR de Carioca, é público e é motivo de racha interno no partido. Com a derrota nas eleições a luta interna se acentuou.

Líderes da DS, como por exemplo, o deputado Jonas Lima, critica abertamente a DR, que indicou os quaro últimos presidentes do diretório regional. O professor Ermício Sena, o deputado Daniel Zem, Cesário Braga e André Kamai que conduziram os processos eleitoral de 2010, 2012, 2016 e 2018.

O rompimento do presidente da Aleac, deputado Ney Amorim, com o PT também é debitado na conta da DR, que não podia permitir o lançamento de dois nomes ao Senado no momento em que o partido enfrentava seu maior desgaste no Acre.

“A DS e o Sibá perdem no voto”

“A Democracia Social e o Sibá Machado mandaram muito tempo no PT do Acre, mas foram perdendo espaço para a DR”, explicou um membro do diretório petista. Segundo ele, não foi nada forçado, foi natural que começou a partir dos diretórios municipais nos municípios. Disse que o mais importante não é destronar a DR, mas fazer composições que atendam as mais variadas tendências do partido.

De acordo com esse dirigente, se o Sibá e a DS forem para o confronto vão perder no voto dentro do diretório regional. Explicou que é muito importante a organização do partido no Acre, mas dentro do campo democrático respeitando o espaços.

Jorge Viana busca o equilíbrio

Jorge Viana, Marcus Alexandre, Raimundo Angelim, Tião Viana e outros petistas de proa não integram nenhuma das tendências internas. Atuam como sistema de contrapesos trazendo equilíbrio ao partido para manter a unidade. A DR busca esse apoio desse grupo, já que quase toda máquina do governo estava nas mãos da DR nos últimos oito anos.

Avante do Pelezinho

A tendência Avante é liderada pelo petista Pelezinho da Baixada da Sobral, que exerceu postos importantes nos governos do PT. É o grupo minoritário do partido com atuação apenas em Rio Branco. Deve pender para a Democracia Radical do Carioca. “Se o Carioca bater na mesa o Pelezinho se treme todo”, disse um petista na Aleac ontem.

Guerra normal

A guerra interna nos partidos é perfeitamente normal. A última dos tucanos, por exemplo, levou Tião Bocalom e depois Márcio Bittar a migrarem para o PSL e MDB, respectivamente. Aliás, essa é a origem da infidelidade partidária características principal do sistema partidário brasileiro.

O afastamento do prefeito de Capixaba, José Augusto Gomes ((PP), revelou um esquema de corrupção que, segundo uma fonte do MP, se alastra como praga por outras prefeituras.

Chegou em Senador Guiomard…

Para a doença antídoto é o MPF, PF e Justiça Federal.

Enquanto isso idosos morrem, crianças sofrem, mulheres padecem.

Tudo por causa do vil metal.

Nunca fui fã do ex-juiz Sérgio Moro, porém tem razão quando fala que medidas mais duras de combate à corrupção precisam ser implementadas urgentemente.

Não há mais o que discutir sobre a eleição da Mesa Diretora a parti do ano que vem;

O deputado Nicolau será mesmo o presidente da Casa.

Ele é irmão da mulher do governador eleito Gladson Cameli.

Bom para família, ruim para a política.

O deputado Luís Gonzaga deve ser o 1º secretário.

Me perguntaram ontem se o anel viário e a ponte de Brasiléia serão construídas no ano que vem.

Faço que nem a Concessa, “Sei não ó, coisinha”.

Prefeita Socorro Neri extinguiu 132 cargos comissionados; Gladson Cameli vai acabar com 1300.

Na opinião do ex-prefeito Vagner Sales (MDB) não representada nada para a prefeitura e o governo, mas para os que estarão desempregados sim.

Nenhum prefeito ou governador que fez isso ganhou mais eleição.

A situação do Estado é um pouco diferente porque as pessoas não estavam nos cargos.

Nesse caso, a conta política vai para o PT que foi obrigado a demitir o povo antes da hoje em função das condições econômicas das contas públicas.

Do contrário, não pagaria o 13º e a folha de dezembro.

Sem falar nas rescisões dos exonerados.

A oposição em Brasiléia vai continuar amargando o isolamento do poder.

O empresário e militante Joaquim Lira tem toda razão quando diz que a região só é importante para os líderes da oposição em tempos de campanha eleitoral.

Depois, peia!

Tipo o jumento do Gonzagão: é pau nas pernas, pau no lombo, pau no pescoço, pau nas zorelhas.

Com toda a bagaceira o ex-prefeito Aldemir Lopes ainda dá as cartas no jogo político da oposição, que a partir de janeiro será situação no governo.

SOS Epitaciolândia, grupo formado por moradores da cidade, concluem que o prefeito Tião Flores vai bem na gestão.

Como diz o Zé das Couves:

Bem mal!

Quem é Zé das Couves?

Aquele que planta batata e nasce couves.

Samuel Hassem será candidato a vereador em Epitaciolândia…

Crítico, como ele só, seria um excelente parlamentar.

Ser diplomado não garante que não poderá ser cassado.

Muitos foram diplomados e estão presos.

Sim, senhor!