A prefeita Socorro Neri ainda não declarou oficialmente que será candidata à reeleição

“O diabo fez a panela, mas não a tampa. Tudo acaba vindo à tona”. (Youtuber, Pedrinho Matador, cumpriu 42 anos de cadeia e matou mais de 100 pessoas em SP).

Porém, suas ações estão direcionadas para essa possibilidade. A pergunta no jogo do poder é a seguinte: qual será a posição do seu principal aliado, o PT, que a indicou na chapa como vice de Marcus Alexandre e a guindou para a titular da prefeitura? O PT indicará o vice ou lançará candidatura própria? Nos últimos 20 anos o PT e o PSB viveram uma simbiose política que pode ser romper agora. A prefeita poderá dar uma guinada à direita construindo um novo arco de alianças com partidos de oposição que estarão no governo a partir de 2019. Siglas se peso como o PSDB, PSD, PP, MDB e o próprio Democratas, além de outros nanicos. O tempo dirá.

Já foi tucana

A prefeita Socorro Neri (isso é inegável) está dando a gestão características próprias fugindo da imagem desgastada de anos de poder da FPA. Já pertenceu ao ninho tucano e é amiga pessoal do vice-governador, major Rocha.

Outra opção

Socorro Neri também pode simplesmente caminhar na aliança com o PT e demais partidos da Frente Popular, que hoje compõem a sua gestão. Esses partidos ela leva (com exceção do PT) para onde quiser. Até porque ninguém vai querer perder cargos. Esse é o jogo do poder.

A ponta do iceberg

PF deverá fazer novas operações no Acre para apurar crimes eleitorais envolvendo políticos

Eleições municipais

Estamos a menos de dois anos da eleição para prefeito. Nos bastidores do poder vencidos e vencedores da última eleição já traçam um esboço de como será o jogo eleitoral no próximo enfrentamento. A guerra será muito interessante em todos os municípios.

Voltar ao protagonismo

O MDB, depois de amargar derrotas eleitorais sucessivas no campo majoritário, tem agora a liderança de Márcio Bittar e pode voltar a arena política nas eleições municipais com mais força…e conteúdo. O deputado federal Flaviano Melo conhece bem do assunto.

PM no poder

A eleição do major Rocha para vice-governador coloca a Polícia Militar do Acre no centro de decisões de poder. Não é de graça que Rocha escolheu um coronel para Secretário de Segurança e não um civil.

Não há o que reclamar

Coronel da PM comentava com a coluna que, “se o governador Tião Viana não fez mais pela a PM foi porque não pode”. Com Rocha a situação tende a ficar melhor ainda numa solução de continuidade.

Um cala-boca

O governador eleito Gladson Cameli inteligentemente desceu do palanque para poder governar. Quando dialoga com Tião Viana sobre o Estado e não sobre política partidária opositores mais ácidos não compreendem. Gladson precisa dá o cala-boca.

Traduzindo

Cala-boca é um pirulito, balinha, chupetinha que se dá para uma criança quando abre o berreiro. A política absolveu a ideia e convencionou chamar cargos no governo para os descontentes de cala-boca. Não falo pejorativamente, nem vistam a carapuça, por favor!

Tem que apreender

O núcleo do futuro governador Gladson Cameli precisa urgentemente dialogar com os setores e pessoas que o apoiaram na campanha eleitoral antes que alguém pule da passarela Joaquim Falcão Macedo.

O mesmo viés

Se a reforma administraria proposta pela equipe de Gladson Cameli vier no mesmo viés da feita pela prefeita Socorro Neri na prefeitura, vai cortar fundo na carne. O sacrifício dos aliados será grande. Hora de colocar o Acre acima dos interesses pessoais e partidários.

O que falta?

O que falta no Acre para magistrados aposentados migrarem para a carreira política? Promotores? Procuradores? Defensores, operadores do Direito de uma maneira geral? Teriam muito a contribuir nas Câmaras, prefeituras, Assembleia, governo, Câmara Federal e Senado.

Basta!!

Segundo a coluna apurou, outras operações serão realizadas pela Polícia Federal para combater crimes eleitorais. A Justiça Eleitoral cansou de políticos corruptos se elegerem e alegarem nos tribunais que as prestações de conta de campanha foram aprovadas pelos TRE’s e TSE. Estão dando um basta!!!

A ponta do iceberg

Não é de agora que candidatos investidos em funções públicos usam o poder para vencer as eleições. A deputada Juliana (reeleita) e o vereador pastor Manoel Marcos (eleito deputado federal) são apenas a ponta de um gigantesco iceberg.

A dialética:

…veio o PSDB de FHC (uma síntese/tese); depois o PT com o Lula (uma antítese de uma nova síntese) e agora um Bolsonaro (a síntese de uma nova tese)…

Foi o que me explicou um professor de sociologia.

Tá bom!

Outros deputados eleitos também estão sendo investigados.

Sãos de 300 denúncias feitas à Justiça Eleitoral na última eleição.

Como diz o mestre Sílvio Martinello:

A cobra tá fumando e a jurupoca (ou jiripoca) piando.

Há cerca de dois meses o deputado Raimundinho da Saúde alertou da tribuna da Aleac a operação Santinhos.

Só não sabia que seria esse o nome.

A pessoa me responder dizendo que apenas derrotar o PT é um bom projeto político não tenho nada a comentar.